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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Marina Silva promete devolver credibilidade ao Brasil

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Marina Silva: Pré-candidata a Presidente da República pela Rede.
Em um país sacudido pela instabilidade política, os escândalos de corrupção e a crise econômica, a ambientalista Marina Silva (Rede) fará em outubro a terceira tentativa de chegar à presidência com uma proposta para restaurar a credibilidade do Brasil.

“Uma coisa muito importante é tirar o país da crise pela falta de investimento. Hoje não tem investimento no Brasil porque está todo mundo esperando que chegue um governo que tenha credibilidade, legitimidade, para saber o que vai acontecer, ter alguma segurança”, explica em entrevista à AFP em Brasília.

A sede do Rede Sustentabilidade, partido do qual é fundadora e pelo qual é pré-candidata às eleições de 7 de outubro, fica relativamente próxima à Esplanada dos Ministérios e à Praça dos Três Poderes, cenários dos esquemas e corrupção e intriga que jogaram na lama o prestígio da classe política brasileira.

Mas a ex-ministra de Meio Ambiente e ex-senadora de 60 anos, se vangloria de não haver acusações contra ela e defende o “voto da mudança” para fechar o rombo da corrupção nas instituições, através de uma profunda reforma política.

Trata-se de um grande desafio para a jovem democracia brasileira, depois das experiências traumáticas do impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016, da prisão de seu antecessor e padrinho político, Lula, em abril deste ano, e das denúncias de corrupção que encurralaram seu sucessor, Michel Temer, bem como grande parte de seus ministros e de membros do Congresso.

“Já se tem a clareza de que aqueles que criaram o problema não têm como resolvê-lo (…) Os grandes partidos, que aparentemente são contra um o outro, estão unidos num único objetivo: acabar com a ‘Lava Jato'”, a investigação que desvendou um gigantesco esquema de corrupção montado dentro da Petrobras, explicou.

Segundo pesquisas de opinião, se a Justiça eleitoral inabilitar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) por ter sido condenado em segunda instância, como prevê a Lei da Ficha Limpa, Marina Silva ficaria em segundo lugar no primeiro turno, com 10% dos votos, atrás do ultradireitista Jair Bolsonaro, a quem venceria com facilidade no segundo turno.

– Mediação na Venezuela –

Entre 2003 e 2008, Marina foi ministra do Meio Ambiente do governo Lula, então aliado do falecido presidente venezuelano Hugo Chávez nos anos dourados da esquerda latino-americana.

Mas desde que rompeu com Lula e o PT, que a levou a se apresentar à Presidência em 2010 e 2014, a ex-senadora mostrou-se abertamente crítica aos governos de Chávez e de seu sucessor, Nicolás Maduro.

“Hoje na Venezuela temos um problema humanitário. A Venezuela não é mais uma democracia, é preciso que haja uma coalizão independente de partidos para ajudar na situação em que está [o país]”, declarou.

A profunda crise econômica, provocada por uma hiperinflação, e a escassez de produtos básicos são sentidas no estado de Roraima, fronteiriço ao país vizinho, onde entraram desde 2015 mais de 25.000 migrantes venezuelanos.

“É uma questão delicada porque o que deve prevalecer é a diplomacia, a mediação”, advertiu, sem dar maiores detalhes.

– Não à reeleição –

Negra e franzina, a ex-senadora, de confissão evangélica, propõe um referendo para discutir questões como a legalização do aborto e das drogas.

Mas centra seu programa na necessidade de grandes reformas para estabelecer as bases das fragilizadas instituições democráticas. Promete, assim, eliminar a reeleição e instaurar mandatos de cinco anos.

“Se ganhar, vou acabar com a reeleição, instituir mandato de cinco anos para aquele que vier depois de mim. Eu terei apenas quatro anos, depois disso serão cinco anos. A reeleição no Brasil é um problema. As pessoas não fazem o que é necessário pelo país (…) Fazem o que é necessário para se reeleger”, acrescentou.

- Origem Humilde - 

Nascida no estado do Acre, filha de uma família paupérrima de seringueiros que se tornou uma ambientalista respeitada, Marina se comprometeu a trabalhar na Presidência para frear o desmatamento que, segundo ela, voltou a disparar na Floresta Amazônica, a maior reserva de biodiversidade do planeta.

- Plano Econômico -

No campo econômico, não se coloca entre os “dogmáticos” favoráveis ou contrários ao mercado e promete recuperar o Plano Real – “uma conquista do povo brasileiro”, implantado em 1994 para combater a hiperinflação -, e garante que não está em seus planos privatizar grandes estatais, como a Petrobras, para fazer caixa.

“Temos que enfrentar problemas que são graves. Temos uma dívida pública muito alta e é preciso resolver o problema do déficit, mas não vamos fazer isso em prejuízo dos interesses sociais estratégicos”, advertiu.

Fonte: Resultado de imagem para istoé

Governadores de Pernambuco de 2001 a 2015

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Jarbas de Andrade Vasconcelos (1999 a 2006)
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Jarbas de Andrade Vasconcelos (*1942), em 1º de janeiro de 1999, assumiu o cargo de governador de Pernambuco, sendo reeleito em 2002. Em 31 de março de 2006, afastou-se do cargo de governador para concorrer a uma vaga no Senado. Entre os destaques de sua gestão à frente de Pernambuco estão os investimentos no Complexo Portuário de Suape e no Porto Digital. Além disso, teve como base um governo voltado para um planejamento descentralizado, alcançando todo o Estado, com o programa “Governo nos Municípios” e do projeto Renascer, de combate à pobreza rural. Foi no governo peemedebista que empreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima, Estaleiro Hemisfério Sul e Polo de Poliéster foram viabilizados.

José Mendonça Bezerra Filho (2006)
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José Mendonça Bezerra Filho (*1966), em 1998, disputou o governo de Pernambuco como vice na chapa encabeçada por Jarbas Vasconcelos (PMDB). Os dois foram reeleitos em 2002 para mais um mandato, sendo Mendonça Filho um dos principais articuladores do processo de privatização da Celpe. Com a saída de Jarbas Vasconcelos do Governo para disputar a eleição para senador, Mendonça Filho assumiu o cargo de governador e na sua gestão, entre outras ações, estão o Universidade Democrática, que garantiu gratuitamente o acesso de jovens da rede pública estadual à Universidade de Pernambuco; o Jovem Campeão, com construção de quadras poliesportivas nas escolas da rede estadual; e o Ação Integrada pela Segurança, para promover a juventude, estimular a cidadania e aumentar a segurança no Estado com um conjunto de ações de prevenção e repressão policial.

Eduardo Henrique Accioly Campos (2007 a 2014)
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Eduardo Henrique Accioly Campos (*1965) foi eleito, em 2006, governador de Pernambuco e reeleito em 2010 para o segundo mandato. As principais plataformas de sua gestão foram o desenvolvimento econômico, segurança pública, qualificação profissional e saúde.

Mas o governo empreendeu ações nas mais diversas áreas, como a implantação de um grande conjunto de obras hídricas no Estado. Além disso, 1,5 milhões de pessoas saíram do racionamento; a Compesa foi modernizada e aumentou 18 vezes a captação de recursos; foram investidos R$ 350 milhões na recuperação de mais de 500 escolas; criadas 147 novas escolas de referência de Ensino Médio de Tempo semi-integral; 26 mil professores ganharam notebooks; e o Funcultura foi beneficiado com 500% a mais em recursos; o valor da energia elétrica foi reduzido em 10% nas contas para famílias de baixa renda; com ajuda do PAC - o Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal, o governo entregou 25 mil novas moradias; foram entregues mais de 50 mil escrituras definitivas de casas populares e, com o Prometrópole, 1.493 casas foram entregues; para ampliar o acesso à cidadania e a promoção da igualdade aos grupos excluídos e proteção social para a população mais carente e em situação de risco social, o Programa Chapéu de Palha chegou a 52 municípios; promessas da primeira campanha, foram entregues à população as unidades hospitalares Dom Helder Câmara (Cabo) Miguel Arraes (Paulista) e Pelópidas Silveira (Recife) - juntas, as unidades possibilitaram o incremento de 500 novos leitos no Estado.

Além disso, o Governo do Estado investiu na construção de 14 Unidades de Pronto Atendimento, as UPAs, com capacidades para 500 atendimentos diários, em regime de 24h; o governo empreendeu ações pró-ativas para facilitar o acesso aos empregos gerados com o desenvolvimento, além de investir em qualificação da mão de obra e programas de proteção contra o desemprego temporário; obras rodoviárias que dão acesso aos municípios mais isolados foram implementadas, 12 estradas estaduais finalizadas e 24 em conclusão, já as rodovias federais: BR-104, BR-408, BR-101 e BR-232 (trecho Caruaru - São Caetano) foram duplicadas, entre outras; o governo empreendeu ações pró-ativas para facilitar o acesso aos empregos gerados com o desenvolvimento.

No Governo Eduardo Campos, Pernambuco ganhou mais 157 mil novos empregos; além de atrair investimentos para o Estado, o governo propiciou a qualificação da mão de obra e criou programas de proteção contra o desemprego temporário.

Eduardo Campos faleceu em 13 de agosto de 2014, aos 49 anos, vítima de acidente aéreo, acompanhado de alguns assessores.

João Soares Lyra Neto (2014)
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João Soares Lyra Neto(*1947 +2014) foi eleito ao lado de Eduardo Campos, assumiu a Vice-Governadoria em 2007. No início da gestão, coordenou três áreas estratégicas: Saúde, Educação e Segurança. Em 2008, comandou a Secretaria de Saúde, ficando à frente do processo de mudança de gestão da pasta em Pernambuco. 

Com a desincompatibilização de Eduardo Campos para disputar a Presidência da República em 2014, João Lyra assumiu o Governo do Estado.

Paulo Henrique Saraiva Câmara (2015 - atual)
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Paulo Henrique Saraiva Câmara (*1972) é um economista e político brasileiro. É o atual governador do estado de Pernambuco. Em 2014, foi eleito governador de Pernambuco no primeiro turno, com 68% dos votos, sendo o candidato a governador mais bem-votado do país naquela eleição. Paulo Câmara foi empossado no cargo de governador em 1º de janeiro de 2015.

Funções - Conceito



O que é uma função?


O conceito de função é um dos mais importantes em toda a matemática. O conceito básico é o seguinte: toda vez que temos dois conjuntos e algum tipo de associação entre eles, que faça corresponder a todo elemento do primeiro conjunto um único elemento do segundo, ocorre uma função.

O uso de funções pode ser encontrado em diversos assuntos. Por exemplo, na tabela de preços de uma loja, a cada produto corresponde um determinado preço. Outro exemplo seria o preço a ser pago numa conta de luz, que depende da quantidade de energia consumida. Observe, por exemplo, o diagrama das relações abaixo:

A relação acima não é uma função, pois existe o elemento 1 no conjunto A, que não está associado a nenhum elemento do conjunto B. Vamos ver outro caso:

A relação acima também não é uma função, pois existe o elemento 4 no conjunto A, que está associado a mais de um elemento do conjunto B. Agora preste atenção no próximo exemplo:
A relação acima é uma função, pois todo elemento do conjunto A está associado a somente um elemento do conjunto B.
De um modo geral, dados dois conjuntos A e B, e uma relação entre eles, dizemos que essa relação é uma função de A em B se e somente se, para todo x  A existe um único y  B de modo que x se relacione com y.

Está e estar. Quando usar cada forma?

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Estar é o verbo no infinitivo quando indica uma ação de encontrar-se em certo estado, condição, ou situação. Já está é o verbo “estar” na terceira pessoa do singular (ele/ela).

Veja a explicação completa de cada um:

ESTAR

Ação de encontrar-se em certo estado, condição, ou situação no tempo ou no espaço – é verbo no infinitivo – uma forma nominal do verbo que exprime apenas o estado ou a ação sem designar tempo, modo, número ou pessoa.

Usa-se infinitivo nos seguintes casos:
1) Locuções verbais: dois verbos que representam uma única ação verbal:
O investigado diz estar tranquilo sobre o caso.
diz estar” forma uma locução verbal.

2) Orações reduzidas: orações abreviadas, sem conectivo (conjunção ou pronome relativo) e com o verbo numa das formas nominais (gerúndio, particípio e infinitivo):
É importante estar preparado financeiramente para ter um filho.
estar” introduz uma oração / oração reduzida de infinitivo.

3) Quando apresenta uma ideia vagagenérica, sem se referir a um sujeito determinado:
Estar apaixonado é uma coisa louca.

4) Quando é regido de preposição e funciona como complementode um substantivoadjetivo ou verbo da oração anterior:
Temos a obrigação de estar contentes com o presente.
estar” complementa o substantivo “obrigação”.

ESTÁ

É o verbo “estar” conjugado na terceira pessoa do singular (ele/ela) do presente do modo indicativo – tempo verbal que serve para falar de um hábito ou de fatos que ocorrem frequentemente; para descrever uma ação que está ocorrendo:
Ele está internado.
Ela está felicíssima com o novo emprego.
O pai (ele) está na roça.
A enfermeira (ela) está de folga.

Observe que, nas frases acima, há sujeito, que é “ele/ela“.

Quando houver dúvidas, verifique se é possível colocar “ele” ou “ela” antes do verbo. Se sim, o emprego correto será “está”. 

Dos Direitos Políticos (Artigos 14 e 15 da Constituição Federal)


Título II   
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
Capítulo IV   
Dos Direitos Políticos

Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:
        I -  plebiscito;
        II -  referendo;
        III -  iniciativa popular.

    § 1º O alistamento eleitoral e o voto são:
        I -  obrigatórios para os maiores de dezoito anos;
        II -  facultativos para:
            a)  os analfabetos;
            b)  os maiores de setenta anos;
            c)  os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos.

    § 2º Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos.

    § 3º São condições de elegibilidade, na forma da lei:
        I -  a nacionalidade brasileira;
        II -  o pleno exercício dos direitos políticos;
        III -  o alistamento eleitoral;
        IV -  o domicílio eleitoral na circunscrição;
        V -  a filiação partidária;
        VI -  a idade mínima de:
            a)  trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;
            b)  trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;
            c)  vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;
            d)  dezoito anos para Vereador.

    § 4º São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos.

    § 5º O Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal, os Prefeitos e quem os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subseqüente.

    § 6º Para concorrerem a outros cargos, o Presidente da República, os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.

    § 7º São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.

    § 8º O militar alistável é elegível, atendidas as seguintes condições:
        I -  se contar menos de dez anos de serviço, deverá afastar-se da atividade;
        II -  se contar mais de dez anos de serviço, será agregado pela autoridade superior e, se eleito, passará automaticamente, no ato da diplomação, para a inatividade.

    § 9º Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato, e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta.

    § 10. O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação, instruída a ação com provas de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude.

    § 11. A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça, respondendo o autor, na forma da lei, se temerária ou de manifesta má-fé.

Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de:
        I -  cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado;
        II -  incapacidade civil absoluta;
        III -  condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos;
        IV -  recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VIII;
        V -  improbidade administrativa, nos termos do art. 37, § 4º.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Cinco motivos que podem levar Marina Silva à Presidência do Brasil

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Marina Silva, Pré-candidata a Presidente da República pela Rede Sustentabilidade.

Disputando a terceira eleição para presidente da República, Marina Silva (Rede) começa entre os mais cotados para chegar ao Palácio do Planalto pelos eleitores. Conforme pesquisa do Datafolha, ela está em segundo lugar, com 15% da preferência dos 2.824 entrevistados, de 174 municípios onde o questionário foi aplicado, entre 6 e 7 de junho. Os dados foram divulgados no jornal Folha de S. Paulo.

A porcentagem mais alta que a política atinge é em conjuntura na qual Lula (PT) não está na disputa. Se a falta de estrutura partidária, as poucas alianças e os posicionamentos políticos podem dificultar o caminho dela à Presidência, O POVO Online listou o que pode ajudá-la a sair vencedora nas eleições deste ano.

Histórico nas urnas
Dentre os pré-candidatos com parcela significativa das intenções de voto, Marina é a única que também esteve nas últimas eleições. Em 2010, surpreendeu eleitores e institutos de pesquisa ao alavancar o número de eleitores ao longo da campanha. Nas urnas, reuniu 19,3% dos votos. Em 2014, começou como vice na chapa liderada pelo pernambucano Eduardo Campos (PSB). Com a morte do político em acidente aéreo, ela assumiu a disputa, chegando a empatar em porcentagem de intenções de votos com Dilma Rousseff (PT) na liderança. No fim do primeiro turno, Marina terminou em terceiro lugar, com 21% dos votos válidos, e dois milhões de eleitores a mais, se comparado a 2010.

Sem envolvimento com a Lava Jato
Com as investigações da Lava Jato atingindo quase todos os partidos políticos brasileiros, nem Marina nem a Rede são investigadas ou denunciadas por envolvimento no esquema de corrupção. Apesar de ter recebido doações para a campanha de empresas com executivos condenados por participação das negociatas, os próprios empresários descartaram a participação dela em qualquer conchavo.

Trânsito entre a esquerda e a direita
Marina começou a carreira política no PT, legenda onde permaneceu por mais de duas décadas. Ela chegou a ser nomeada ministra do Meio Ambiente durante o governo Lula.  A política ainda integrou o quadro do Partido Verde (PV), passou pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e fundou a Rede Sustentabilidade. Ao longo da trajetória pública, ela transitou por partidos de esquerda, contudo, principalmente quando disputou as eleições em 2014, se aproximou de empresários e industriais, ao passo em que manteve a defesa de causas ambientais, angariando votos de eleitores em busca de alternativa em ambos os espectros políticos. O perfil pode ajudar a unir o País, que vive em constante tensão após o impeachment de Dilma Rousseff (PT). 

Discurso de nova política
Desde a primeira tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, Marina sempre se declarou como alternativa à “velha política”. O discurso fluido entre esquerda e direita reforçou a ideia de alguém que, chegando à Presidência, quer fortalecer políticas sociais e atender demandas de empresários. 

História de vida
Marina traz assuntos efervescentes no País, além da história de superação que pode despertar em alguns eleitores o sentimento de identificação ou admiração e fazer diferença nas urnas. Ela nasceu em Rio Branco, no Acre. É filha de seringueiro e dona de casa. Trabalhou também na extração de borracha para ajudar a família a liquidar dívidas. Morou em palafitas e contraiu doenças graves quando criança: hepatite, leishmaniose e malária. Perdeu a mãe e três irmãs ainda jovens por contaminação dessas doenças. A política foi analfabeta até os 16 anos, quando concluiu a alfabetização. Em seguida, se formou em história, especializando-se em teoria psicanalítica e psicopedagogia. 

Fonte: Resultado de imagem para o povo

Onde ou aonde?

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Imagem: Guia do Estudante
Afinal de contas, qual é a forma correta: onde ou aonde?
Bom, para começo de conversa, não existe certo ou errado nessa história, ambas as palavras estão corretas. O que devemos observar, entretanto, é a circunstância de uso de cada um dos termos. Talvez você não tenha percebido, mas existe uma diferença considerável entre os dois vocábulos. No dia a dia, muitas vezes apressados, deixamos alguns detalhes passarem em branco e nem sempre conseguimos fazer o uso adequado das palavras, sobretudo na linguagem escrita. Mas fique atento às dicas e saiba como e quando usar os advérbios onde e aonde.
O advérbio é uma classe de palavras cuja função gramatical é acompanhar e modificar um verbo, exprimindo a circunstância da ação verbal, por isso o nome ad-vérbio, ou seja, a palavra que está próxima ao verbo. Feita essa explicação, observe o significado das palavras que são nossos objetos de estudo:
Onde: O advérbio onde indica o lugar em que algo ou alguém está e deve ser utilizado para expressar ideia de lugar. Em um texto, e até mesmo na linguagem oral, para evitar a repetição desse vocábulo, podemos utilizar outras expressões que conferem a mesma significação, como no qual, na qual, em que. Observe os exemplos:

  • Os alunos fizeram uma visita ao zoológico, onde puderam observar várias espécies de animais.
  • O turista não sabe onde fica o Cristo Redentor.
  • Vivemos em um país no qual a desigualdade social é alarmante.
  • Na grandes cidades, nas quais o trânsito é congestionado, demora-se muito para realizar um simples trajeto.
Aonde: Assim como o advérbio onde, também é usado para indicar lugar em que algo ou alguém está, contudo, deve-se observar se o verbo com o qual ele se relaciona exige a preposição “a”. Caso haja a necessidade da preposição, ela deve ser agregada à palavra onde para formar o vocábulo aonde. O advérbio aonde transmite a ideia de lugar para o qual se vai, ou seja, destino ou movimento. Observe os exemplos:
  • Aonde você vai depois da aula?
  • O lugar aonde vou não te diz respeito.
Sintetizando:
Onde: Expressa ideia de lugar fixo.
Aonde: Expressa ideia de destino ou movimento.

Por Luana Castro
Graduada em Letras

Herança afrodescendente em Pernambuco

O texto encontrado no site da Secretaria de Cultura de Recife, Núcleo de Cultura Afro-Brasileira, resume bem o aspecto da herança em questão: “a herança africana, trazida por milhões de negros e negras vítimas do tráfico transatlântico, com uma enorme diversidade de grupos étnicos, fez do Brasil a segunda maior população de negros do mundo fora da África. Vivendo em condições desfavoráveis, essa população negra brasileira, ao longo de sua história, utilizou-se de mecanismos diversos para resistir à escravidão, que mesmo depois de um século abolida, faz amargar frutos que geram a necessidade de uma resistência permanente. Essa herança de luta está representada nas formas singulares de manifestações culturais, artísticas e religiosas. O sonho de liberdade e dignidade do povo negro expressa-se de forma marcante na dança, na música, nas artes plásticas, que tanto ajudou a preservar a memória ancestral do povo negro brasileiro. No Recife, as diversas manifestações culturais afro-brasileiras têm papel fundamental na rica cultura local. São de matrizes africanas, em sua grande maioria, as manifestações populares que colorem os quatro cantos desta cidade. (...)” 

Em oposição ao legado negativo da escravidão, existe uma herança afrodescendente positiva e riquíssima no estado de Pernambuco, que se manifesta sobretudo na cultura: música, dança, comida, etc. Nota-se, também, a influência afrodescendente na oralidade da fala pernambucana, recheada de vocábulos provenientes da africanidade linguística (banda, cachimbo, fubá e moloque, como exemplos), assim como alguns fenômenos linguísticos da oralidade e do português popular que são atribuídos à influência africana, como o apagamento do /r/ no final das palavras e a falta de concordância nominal, no português não padrão. Essas influências também ocorrem em outras regiões do Brasil, mas de forma diferenciadas localmente, muitas vezes. 

Muito dessa herança sobreviveu às perseguições e às discriminações, adaptando-se. Os terreiros de candomblé de Recife, para esquivarem-se da política de repressão do estado, transformaram- -se em sociedades carnavalescas, como o maracatu. Os negros, disfarçados de nobres, reverenciavam a "Corte Real", mas na verdade evocavam os seus deuses. E assim continuaram por décadas, resistindo e sendo discriminados. O Maracatu (Rural ou Urbano), que atualmente faz parte do carnaval de Pernambuco, é propriamente um desfile carnavalesco, remanescente das cerimônias de coroação dos reis africanos. A tradição teve início pela necessidade dos chefes tribais, vindos do Congo e de Angola, de expor sua força e seu poder, mesmo com a escravidão.

Outro exemplo é o Frevo (Frevo de Rua, Frevo Canção ou Frevo de Bloco), que teve origem na capoeira, cujos movimentos foram estilizados para evitar a repressão policial. O nome vem da ideia de fervura (pronunciada incorretamente como “frevura”). É uma dança coletiva, executada com uma sombrinha, que seve para manter o equilíbrio e embelezar a coreografia. Atualmente, é símbolo do carnaval pernambucano.

Além desses ritmos, podemos citar o forró (com influências também indígenas e europeias; baião, xote, xaxado e côco, que fazem parte do forró), o manguebeat (movimento de contracultura surgido em Recife, que mistura outros ritmos regionais, como maracatu, com hip hop, música eletrônica, etc) e a ciranda (um tipo de música e dança típica da Ilha de Itamaracá).

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Kayo N/Divulgação

A Capoeira, trazida pelos negros de Angola, inicialmente, não era praticada como luta, mas como dança religiosa. Mas, no século XVI, para resistir às expedições que pretendiam exterminar Palmares (quilombo localizado na Capitania de Pernambuco, no território do atual estado de Alagoas), os escravos foragidos aplicavam os movimentos da capoeira como recurso de ataque e defesa. Em 1928, um livro estabeleceu as regras para o jogo desportivo de capoeira e ilustrou seus principais golpes e contragolpes. O capoeirista era considerado um marginal, um delinquente. O Decreto-lei 487 acabou temporariamente com a capoeira, mas os negros resistiram até a sua legalização. E em 15 de julho de 2008 a capoeira foi reconhecida como Patrimônio Cultural Brasileiro e registrada como Bem Cultural de Natureza Imaterial.

Na culinária pernambucana, o legado africano é encontrado em muitos pratos e temperos, com destaque para alguns produtos que de lá vieram e que hoje são elementos fundamentais na alimentação: a banana, o amendoim, o azeite de dendê, a manga, a jaca, o arroz, a cana de açúcar, o coqueiro e o leite de coco, o quiabo, o caruru, o inhame, a erva-doce, o gengibre, o açafrão, o gergelim, a melancia, a pimenta malagueta, a galinha d’angola entre outros. Com a escassez da alimentação do escravo, os negros inventaram o pirão escaldado (massapê) e o mungunzá, por exemplo.

Função Polinomial do 2º Grau (Função Quadrática)

Toda função  na forma , com  ( e ) é denominada função quadrática, ou função polinomial do 2° grau.
Lembre-se que o polinômio ax2 + bx + c é um polinômio do segundo grau na variável x.

Representação Gráfica de uma Função Quadrática

Devido ao fato de o gráfico de uma função polinomial do 2° grau ser uma parábola e não uma reta, como no caso de uma função afim, para montarmos o seu gráfico não nos basta conhecer apenas dois pares ordenados pertencentes à curva da função, no caso da função quadrática precisamos de mais alguns pontos para termos uma boa ideia de como ficará a curva no gráfico.

Vamos analisar o gráfico ao lado e a tabela abaixo que contém alguns pontos deste gráfico:

 x y = -x2 + 10x - 14
2y = -22 + 10 . 2 - 14 = 2
3y = -32 + 10 . 3 - 14 = 7
4y = -42 + 10 . 4 - 14 = 10
5y = -52 + 10 . 5 - 14 = 11
6y = -62 + 10 . 6 - 14 = 10
7y = -72 + 10 . 7 - 14 = 7
8y = -82 + 10 . 8 - 14 = 2

Na tabela temos cada um dos sete pontos destacados no gráfico.
Para traçá-lo primeiro identificamos no plano cartesiano cada um dos pontos sete pontos da tabela e depois fazemos as interligações, traçando linhas curvas de um ponto a outro seguindo a curvatura própria de uma parábola.
Normalmente é mais fácil traçarmos a parábola se a começarmos pelo seu vértice, que neste caso é o ponto (5, 11), visualmente o ponto máximo do gráfico desta parábola.

Ponto de Intersecção da Parábola com o Eixo das Ordenadas

De uma forma geral a parábola sempre intercepta o eixo y no ponto (0, c).
Na função y = -x2 + 10x - 14, vista acima, o coeficiente c é igual a -14, portanto a intersecção da parábola do gráfico da função com o eixo das ordenadas ocorre no ponto (0, -14).

Raiz da Função Quadrática

Observe no gráfico anterior que a parábola da função intercepta o eixo das abscissas em dois pontos. Estes pontos são denominados raiz da função ou zero da função.
Uma função quadrática possui de zero a duas raízes reais distintas.
Sendo  a função, para encontramos as suas raízes basta igualarmos y a 0 e solucionarmos a equação do segundo grau obtida:
Estes são os valores de x que levam a y = 0, estes valores são portanto as raízes desta função.

Vértice e Concavidade da Parábola

Podemos observar que no gráfico da função y = -x2 + 10x - 14 o seu vértice é o ponto máximo e que a sua concavidade é para baixo.

Agora vamos observar o gráfico da função y = x2 + 3x + 1:
Como podemos perceber, esta outra parábola é côncava para cima e o seu vértice é o seu ponto mínimo.
Observando apenas a lei de formação das duas funções, qual o seu palpite para esta divergência entre os dois gráficos?
Vamos identificar os coeficientes destas funções.
Para a função y = -x2 + 10x - 14 temos:
Já para a função y = x2 + 3x + 1 temos:
Já tem algum palpite?
Observe que na primeira função o coeficiente a é negativo, ao passo que na segunda função este mesmo coeficiente é positivo.

O gráfico da função  é côncavo para baixo quando a < 0:

Por outro lado quando a > 0 o gráfico da função tem a sua concavidade voltada para cima:

Coordenadas do Vértice da Parábola

abscissa do vértice xv é dada pela fórmula:
Já ordenada do vértice yv pode ser obtida calculando-se yv = f(xv), ou ainda através da fórmula:
Vamos tomar como exemplo novamente a função y = -x2 + 10x - 14 e calcularmos as coordenadas do seu vértice para conferirmos com o ponto indicado na tabela inicial.
Seus coeficientes são:
Então para a abscissa do vértice xv temos:
ordenada do vértice yv vamos obter pelas duas formas indicadas. Primeiro utilizando a fórmula, mas para isto antes precisamos calcular o discriminante da equação -x2 + 10x - 14 = 0:
Visto que o discriminante é igual a 44, a ordenada do vértice é:
Da outra maneira o cálculo seria:
Portanto o vértice da parábola é o ponto (5, 11) como apontado inicialmente pela tabela.

Valor Mínimo ou Máximo da Função Quadrática

Acima aprendemos a identificar pela lei de formação de uma função se a parábola do seu gráfico tem concavidade para cima ou para baixo e também aprendemos como calcular as coordenadas do vértice desta parábola.
Ficamos sabendo também que as funções polinomiais do 2° grau com coeficiente a < 0 possuem um valor máximo, ao ponto que quando o coeficiente a > 0 possuem um valor mínimo.
Com base nestes conhecimentos podemos calcular qual é o valor máximo ou mínimo de uma função quadrática.

Valor Mínimo e Ponto de Mínimo da Função Quadrática


Vamos analisar o gráfico da função f(x) = x2 - 4x + 5:
Os seus coeficientes são:
Esta função é côncava para cima, pois o seu coeficiente a > 0.
O ponto (2, 1) é o vértice da parábola.
2 é a abscissa do vértice, isto é xv, assim calculado:
1 é a ordenada do vértice, ou seja yv, que obtemos iniciando pelo cálculo do discriminante:
Conhecendo o discriminante podemos calcular yv:
Observe que para valores de x menores que a abscissa do vértice, o valor de y vai diminuindo até atingir um valor mínimo que é a ordenada do vértice ou f(xv).
Como xv = 2, então f(2) = 1 é o valor mínimo da função f e 2 é o ponto de mínimo da função f.
Para a > 0 o conjunto imagem da função polinomial do 2° grau é:

Valor Máximo e Ponto de Máximo da Função Quadrática


Vamos analisar agora este outro gráfico da função f(x) = -x2 + 4x + 2:
Os coeficientes da regra de associação desta função são:
Esta função é côncava para baixo já que o seu coeficiente a < 0.
O ponto (2, 6) é o vértice da parábola.
2 é a abscissa do vértice, ou seja xv, que calculamos assim:
6 é a ordenada do vértice, isto é yv, que agora vamos obter calculando f(xv) diretamente, em vez calcularmos primeiro o discriminante e a partir dele calcularmos yv, como fizemos no caso do valor mínimo:
Neste caso veja que para valores de x menores que a abscissa do vértice, o valor de y vai aumentando até atingir um valor máximo que é a ordenada do vértice, que como sabemos é f(xv).
Visto que xv = 2, então f(2) = 6 é o valor máximo da função f e 2 é o ponto de máximo da função f.
Para a < 0 o conjunto imagem da função quadrática é: