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Transtorno do Espectro de Neuromielite Óptica (NMOSD): Compreendendo a Doença

 


Transtorno do Espectro de Neuromielite Óptica (NMOSD): Compreendendo a Doença

O Transtorno do Espectro de Neuromielite Óptica (NMOSD) é uma condição neurológica rara que afeta principalmente os nervos ópticos e a medula espinhal. Esta doença autoimune é frequentemente confundida com a esclerose múltipla devido a sintomas semelhantes, mas possui características únicas que a diferenciam.

Causas do NMOSD

O NMOSD é causado por uma reação autoimune em que o sistema imunológico do corpo ataca a bainha de mielina que envolve os nervos. A bainha de mielina é essencial para a condução rápida e eficiente dos impulsos nervosos. Quando essa bainha é danificada, a capacidade dos nervos de transmitir sinais é comprometida, resultando em fraqueza muscular e outros sintomas.

Sintomas do NMOSD

Polineuropatia Desmielinizante Inflamatória Crônica (PDIC): Compreendendo a Doença

 


Polineuropatia Desmielinizante Inflamatória Crônica (PDIC): Compreendendo a Doença

A Polineuropatia Desmielinizante Inflamatória Crônica (PDIC) é uma condição neurológica rara e debilitante que afeta os nervos periféricos. Semelhante à síndrome de Guillain-Barré, a PDIC é uma doença autoimune que causa fraqueza muscular progressiva e outros sintomas neurológicos. No entanto, ao contrário da síndrome de Guillain-Barré, a PDIC se desenvolve ao longo de um período mais longo, geralmente mais de oito semanas.

 

Causas da PDIC

A PDIC é causada por uma reação autoimune em que o sistema imunológico do corpo ataca a bainha de mielina que envolve os nervos periféricos. A bainha de mielina é essencial para a condução rápida e eficiente dos impulsos nervosos. Quando essa bainha é danificada, a capacidade dos nervos de transmitir sinais é comprometida, resultando em fraqueza muscular e outros sintomas.

Sintomas da PDIC

Atrofia Muscular Espinhal (SMA / AME): Compreendendo a Doença

 


Atrofia Muscular Espinhal (SMA / AME): Compreendendo a Doença

A Atrofia Muscular Espinhal (SMA) é uma doença genética rara que afeta os neurônios motores na medula espinhal, levando à fraqueza muscular e à atrofia. Esta condição pode variar significativamente em termos de gravidade e idade de início, impactando os indivíduos de diferentes maneiras.

 

 Causas da SMA

A SMA é causada por mutações no gene do neurônio motor de sobrevivência 1 (SMN1), localizado no cromossomo 5. Este gene é crucial para a produção da proteína SMN, essencial para a sobrevivência e função dos neurônios motores. Quando ambas as cópias do gene SMN1 são mutadas, a produção da proteína SMN é insuficiente, levando à degeneração dos neurônios motores.

Tipos de SMA

A SMA é categorizada em vários tipos com base na idade de início e na gravidade:

  • Tipo 1 (Doença de Werdnig-Hoffmann): A forma mais grave, com sintomas aparecendo antes dos seis meses de idade. Bebês com SMA tipo 1 geralmente apresentam dificuldade ao respirar, engolir e controlar os movimentos da cabeça.

  • Tipo 2: Os sintomas geralmente se manifestam entre seis e 18 meses de idade. Crianças com SMA tipo 2 podem sentar-se independentemente, mas nunca andar.

  • Tipo 3 (Doença de Kugelberg-Welander): Geralmente se apresenta após 18 meses de idade e pode variar de leve a moderada em gravidade. Indivíduos com SMA Tipo 3 podem andar independentemente, mas podem perder essa capacidade ao longo do tempo.

  • Tipo 4: Forma de início na idade adulta, geralmente se apresentando após os 21 anos. Os sintomas são geralmente leves a moderados, com os indivíduos mantendo uma expectativa de vida normal.

Sintomas da SMA

Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA): Entendendo a Doença

 


Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA): Entendendo a Doença

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta os neurônios motores no cérebro e na medula espinhal. Esses neurônios são responsáveis pelo controle dos movimentos voluntários dos músculos, e sua degeneração leva à fraqueza muscular, perda de coordenação motora e, eventualmente, paralisia.

Sintomas da ELA

Doenças dos Neurônios Motores (MND): Entendendo e Enfrentando o Desafio

 


Doenças dos Neurônios Motores (MND): Entendendo e Enfrentando o Desafio

As Doenças dos Neurônios Motores (MND) são um grupo de distúrbios neurológicos progressivos que afetam os nervos motores no cérebro e na medula espinhal. Esses nervos são responsáveis por controlar os movimentos musculares voluntários, e sua degeneração leva à fraqueza muscular e, eventualmente, à paralisia.

O que são as Doenças dos Neurônios Motores?

As MND abrangem várias condições, incluindo a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), a Atrofia Muscular Progressiva (PMA), a Esclerose Lateral Primária (PLS) e a Paralisia Bulbar Progressiva (PBP). Cada uma dessas condições tem suas próprias características, mas todas envolvem a degeneração progressiva dos neurônios motores.

Sintomas e Diagnóstico

Doenças Priônicas Humanas: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Doença de Príon: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

As doenças causadas por príons são condições neurológicas raras e fatais que afetam o sistema nervoso central. Essas doenças são conhecidas como encefalopatias espongiformes transmissíveis e incluem a Doença de Creutzfeldt-Jakob, a Síndrome de Gerstmann-Sträussler-Scheinker, a Insônia Familiar Fatal e o Kuru.

O que são Príons?

Príons são proteínas infecciosas anormais que causam doenças neurodegenerativas. Diferentemente de outros agentes infecciosos, como bactérias e vírus, os príons não possuem material genético. Eles são proteínas malformadas que induzem outras proteínas normais a adotarem a mesma conformação anormal, resultando em uma reação em cadeia que leva à degeneração cerebral.

Sintomas das Doenças de Príon

Ataxia de Friedreich: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Ataxia de Friedreich: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

A Ataxia de Friedreich é uma doença genética rara e degenerativa que afeta o sistema nervoso, resultando em problemas de coordenação muscular e motora. Esta condição foi descrita pela primeira vez pelo cientista Nikolaus Friedreich em 1863 e é caracterizada pela falta de coordenação nos movimentos, que normalmente se inicia nos membros inferiores e, posteriormente, afeta os membros superiores.

O que é a Ataxia de Friedreich?

A Ataxia de Friedreich é uma doença neurodegenerativa hereditária, autossômica recessiva, que causa a degeneração progressiva dos nervos periféricos e do sistema nervoso central, especialmente na medula espinhal. A doença resulta da produção insuficiente da proteína frataxina, essencial para o funcionamento adequado das mitocôndrias nas células.

 

Sintomas da Ataxia de Friedreich

Ataxia: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Ataxia: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

A Ataxia é um grupo de distúrbios neurológicos que afetam a coordenação dos movimentos voluntários do corpo. Esta condição pode resultar em dificuldades para caminhar, manter o equilíbrio e realizar tarefas motoras finas. A palavra "ataxia" vem do grego "ataxis", que significa "falta de ordem".

O que é a Ataxia?

A Ataxia não é uma doença específica, mas um sintoma de várias condições neurológicas que comprometem os movimentos de diferentes partes do corpo, incluindo dedos, mãos, braços, pernas, olhos, e até mesmo a fala e a deglutição. A ataxia pode ser causada por fatores hereditários, lesões cerebrais, infecções, ou uso excessivo de álcool e drogas.

 

Sintomas da Ataxia

Doença de Huntington: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Doença de Huntington: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

A Doença de Huntington é uma condição neurológica hereditária rara que provoca a degeneração progressiva das células nervosas do cérebro. Esta doença afeta a capacidade cognitiva, os movimentos e o equilíbrio emocional, resultando em uma série de sintomas debilitantes.

O que é a Doença de Huntington?

A Doença de Huntington é causada por uma mutação genética no gene huntingtin (HTT), localizado no cromossomo 4. Esta mutação leva à repetição anormal da sequência CAG do DNA, que codifica o aminoácido glutamina. Quanto mais repetições CAG, mais precoce é o início da doença e mais grave é sua expressão.

 

Sintomas da Doença de Huntington

Esclerose Múltipla: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Esclerose Múltipla: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica e autoimune que afeta o sistema nervoso central, incluindo o cérebro e a medula espinhal. A doença é caracterizada pela destruição da bainha de mielina, uma camada protetora que envolve as fibras nervosas, resultando em problemas de comunicação entre o cérebro e o resto do corpo.

O que é a Esclerose Múltipla?

A Esclerose Múltipla é uma condição desmielinizante, o que significa que o sistema imunológico ataca erroneamente a mielina, causando inflamação e danos aos nervos. Isso pode levar a uma ampla gama de sintomas que variam em gravidade e podem surgir e desaparecer ao longo do tempo.

Sintomas da Esclerose Múltipla

Doença de Alzheimer: Compreendendo a Condição, Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Doença de Alzheimer: Compreendendo a Condição, Sintomas, Causas e Tratamentos

A Doença de Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, afetando milhões de pessoas em todo o mundo. Trata-se de uma condição neurológica progressiva que causa o declínio gradual das funções cognitivas, comprometendo a memória, o pensamento e o comportamento.

O que é a Doença de Alzheimer?

A Doença de Alzheimer é caracterizada pela degeneração das células cerebrais, resultando em uma deterioração das funções mentais ao longo do tempo. As principais alterações no cérebro incluem o acúmulo de placas de proteínas beta-amiloide e emaranhados de proteínas tau, que prejudicam a comunicação entre os neurônios e levam à morte celular.

Sintomas da Doença de Alzheimer

Doença de Parkinson: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

 


Doença de Parkinson: Compreendendo os Sintomas, Causas e Tratamentos

A Doença de Parkinson é uma condição neurológica progressiva que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Caracterizada por tremores, rigidez muscular e lentidão nos movimentos, a doença é causada pela degeneração dos neurônios produtores de dopamina no cérebro, uma substância crucial para a coordenação dos movimentos.

O que é a Doença de Parkinson?

A Doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que afeta principalmente o sistema motor, resultando em uma variedade de sintomas que impactam a qualidade de vida dos pacientes. A perda progressiva de células nervosas em uma área do cérebro chamada substância negra leva à redução dos níveis de dopamina, um neurotransmissor essencial para a transmissão de sinais nervosos.

Sintomas da Doença de Parkinson

Hematoma epidural cervical espontâneo: Jovem de 24 anos perde todos os movimentos do pescoço para baixo após sentir dor na nuca


Hematoma Epidural Cervical Espontâneo: O Que Você Precisa Saber

Você sabia que um hematoma epidural cervical espontâneo é uma condição rara, mas que pode ter consequências graves? Vamos entender melhor sobre essa condição médica intrigante.

O Que é Hematoma Epidural Cervical Espontâneo?

Um hematoma epidural cervical é um acúmulo de sangue entre a dura-máter (a membrana externa que envolve a medula espinhal) e a parede óssea da coluna vertebral. Quando ocorre espontaneamente, significa que não há uma causa óbvia, como um trauma ou cirurgia.

ALERTA: Aditivos alimentares - saiba por que essas substâncias fazem mal ao corpo

 


Você sabe qual é a grande diferença dos alimentos industrializados comparados aos naturais?

Os primeiros têm em sua composição ou preparo um grande número de substâncias químicas, que ajudam em sua conservação. “Os aditivos alimentares são substâncias adicionadas pela indústria aos alimentos com o objetivo de conservar, intensificar ou modificar suas propriedades”, diz a nutricionista Fernanda de Campos Prudente Silva. O problema é que esses itens não agregam valor nutricional e ainda podem causar danos à saúde. Confira!

Mundo Químico

Essas substâncias não são poucas e estão realmente em quase tudo o que consumimos. “Dentre elas podemos citar, além dos aditivos alimentares, agrotóxicos, metais tóxicos, substâncias migrantes de embalagens plásticas, detergentes, poluentes, fumaça de carvão, etc. Tais substâncias são absorvidas pelo organismo, assim como princípios ativos químicos de medicamentos e nutrientes de alimentos”, afirma a nutricionista.

“Eles fazem mal porque são capazes e alterar a atividade hormonal ao se ligarem a receptores hormonais específicos e imitar suas funções. Com isso, podem estimular ou inibir a produção ou transporte de hormônios. Essas substâncias também potencializam a produção de radicais livres, que por si só atuam desregulando todo o organismo”, explica Fernanda.

Evite os aditivos alimentares

Desse modo, a grande questão é: como fugir ou administrar o teor de aditivos na alimentação? “O ideal é ingerir alimentos frescos, preparados em casa e não industrializados. Dar preferência a frutas, verduras e legumes orgânicos, sempre que possível, pois são isentos de agrotóxicos, e ficar atento às carnes consumidas, já que carnes vermelhas e frangos são ricas em hormônios. Além disso, é muito importante não usar embalagens plásticas e a base de alumínio para armazenar os alimentos, pois os plásticos contêm ftalatos e bisfenol A, substâncias que passam para os alimentos e agridem a saúde”, aconselha Fernanda.

Entenda os principais aditivos

Acidulantes: aumentam a acidez ou conferem sabor ácido. Dentre eles podemos citar o ácido cítrico (muito usado em refrigerantes de sabor laranja e limão), ácido tartárico (usado em geleias e sucos de uva), ácido fosfórico (usado em refrigerantes a base de cola), entre outros.

Corantes: substituem cores perdidas durante a preparação ou para tornar os alimentos mais atrativos visualmente.

Aromatizantes: fornecem sabores ou aromas particulares e podem ser naturais ou artificiais.

Conservantes: impedem ou retardam alterações dos alimentos provocadas por micro-organismos ou enzimas. Os mais usados costumam ter efeitos negativos na saúde, como o sorbato de sódio, nitrito e nitrato de sódio.

Edulcorantes: adoçam os alimentos sem fornecer açúcar e calorias, dentre eles destacam-se o aspartame, stévia, ciclamato monossódico, sacarina e sucralose.

 

Fonte: CLINONCO

Texto: Redação Alto Astral

Consultoria: Dra. Fernanda de Campos Prudente Silva, nutricionista da Clinonco – Clínica de Oncologia Médica

Acesse o link do Portal da Revista Alto Astral: https://www.altoastral.com.br/aditivos-alimentares-industrializados/

 

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26 de Abril: Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão.



Veja como cuidar e prevenir à Hipertensão Arterial.


O que causa e como prevenir?


Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, a hipertensão arterial é um mal que atinge 25% da população brasileira. Por causa de sua frequência alarmante e das consequências que pode causar, o problema é lembrado no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, instituído por lei para o dia 26 de abril.


Essa data tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre os males da hipertensão e os cuidados necessários para evitá-la. Promovida pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), a campanha deste ano tem como tema “Meça sua Pressão”, no intuito de estimular as pessoas a medirem sua pressão arterial regularmente.


Também conhecida como pressão alta, a hipertensão é caracterizada pela elevação da pressão do sangue. Alguns sintomas que indicam o aumento dessa pressão são a tontura, a falta de ar, as palpitações no coração e alteração na visão. Mas o que causa a hipertensão arterial?


Os fatores são diversos. Pode ser por causa do sedentarismo, de uma alimentação rica em produtos com sódio e até por causa da genética. Ela também está associada a outros problemas, como doenças renais, hormonais e uso indevido de medicamentos.


As consequências são inúmeras. Além de deteriorar a qualidade de vida da pessoa, a falta de tratamento da pressão alta pode levar aos infartos do miocárdio, aos derrames cerebrais e à insuficiência renal. É importante lembrar que a hipertensão arterial não tem cura e, por isso, deve ser tratada.


Mas como prevenir a pressão alta? Seguem algumas dicas:

• Pratique exercícios físicos. Caminhadas são muito recomendadas;


- Alimente-se bem. Evite as comidas gordurosas e dê preferência a alimentos saudáveis e ricos em nutrientes;


- Diminua a ingestão de bebidas alcoólicas;


- Evite ficar estressado.


Caso você sinta algum dos sintomas, não se automedique e procure um cardiologista. Previna-se e cuide do seu corpo!

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Fique atento aos sinais de depressão


Está passando por um período difícil? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode ajudar você. A organização atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e Skype, 24 horas, todos os dias.

CANAL PODE FALAR
O Pode Falar, canal de ajuda virtual em saúde mental e bem-estar para adolescentes e jovens de 13 a 24 anos, nasceu da parceria do UNICEF com organizações da sociedade civil e empresas com expertise em tecnologia, e funciona de forma anônima e gratuita por meio de um chatbot batizado de Ariel por adolescentes, acessado pelo site podefalar.org.br ou pelo WhatsApp.

O “Pode falar” possui três sessões. Na primeira, “Quero me cuidar”, os usuários encontram materiais com orientação para o autocuidado. Na segunda, “Quero me inspirar”, deixam depoimentos sobre como superaram situações difíceis. E a sessão “Quero falar” direciona para o atendimento humano via chat, ofertada por pessoas formadas para trabalhar com as adolescências e juventudes num modelo multidisciplinar. O atendimento individual funciona em regime de plantão.

JESUS AMA VOCÊ!
"Nunca desista da vida, tudo é possível ao que crê. Sempre existe uma saída, Deus não se esqueceu de você!"

"Por isso não tema, pois estou com você;
não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa."
(Isaías 41:10)

 

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Campanha "De olho nos olhinhos" alerta para o Retinoblastoma em crianças!

 


Daiana Garbin e o marido Tiago Leifert promovem a campanha "De olho nos olhinhos" para alertar sobre o retinoblastoma, um tumor ocular que acomete crianças entre 0 e 5 anos. A filha do casal, Lua, hoje com quase 3 anos, foi diagnosticada com retinoblastoma quando tinha 11 meses e ainda está em tratamento. A falta de informação sobre a doença levou o casal a criar a campanha com o intuito de promover o diagnóstico precoce e a saúde ocular na infância.

Tiago e Daiana descobriram o retinoblastoma quando ele já estava num grau considerado avançado. “O que mais gostaríamos era de estar navegando na internet e ter tido acesso a um vídeo de um casal dizendo o que está acontecendo com a filha deles”. O vídeo postado pela família no Instagram, em janeiro de 2022, comoveu milhões de brasileiros.

No próximo fim de semana, profissionais de saúde estarão em shoppings para orientar a população sobre a doença.

“Queremos que as famílias consigam chegar ao diagnóstico antes do que nós conseguimos, e por isso é fundamental divulgar informação e ficar de olho nos olhinhos”, afirma Tiago.

Daiana Garbin alerta: “Ficar atento a sinais como um reflexo branco, o "olho de gato”, e estrabismo é fundamental para ajudar a detectar não só o retinoblastoma, mas várias outras doenças. O diagnóstico precoce pode salvar a visão e a vida dos nossos filhos”.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) há entre 200 a 250 casos novos por ano no Brasil, 7.500 a 8 mil no mundo, e a grande preocupação é o diagnóstico tardio.

No Hospital do GRAACC há de 12 a 15% de retinoblastoma extraocular, o que significa um tumor avançado. A Dra. Carla Macedo, oncologista pediátrica do GRAACC explica: "Quando diagnosticado precocemente, e tratado em centros de referência, a chance de cura é de 90%, mas a grande preocupação é quando o câncer já saiu do olho, o que chamamos de metástase. Quanto mais cedo identificar a doença, maior é a chance de cura".

Segundo o Ministério da Saúde, o SUS oferece atendimento, assistência, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos casos de retinoblastoma, de forma integral e gratuita.

 

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Tantas lutas pelo comércio de especiarias e você usando tempero artificial!



Definição (o que são) e exemplos

As especiarias são temperos (condimentos) usados na culinária para proporcionar sabores diferentes nas comidas. Algumas especiarias também eram e ainda são utilizadas na fabricação de cosméticos, óleos e medicamentos. As principais são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz-moscada, açafrão, cardamomo e ervas aromáticas.

 

As especiarias na História

Na época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos (séculos XV e XVI) eram muito valorizadas na Europa, pois não podiam ser cultivadas neste continente em função do clima. O surgimento e crescimento da burguesia também aumentou a demanda por produtos considerados de luxo na época, como, por exemplo, as especiarias.

No século XV, os comerciantes de Gênova e Veneza, cidades italianas, tinham o monopólio destas especiarias. Compravam no Oriente, principalmente na Índia e China, e vendiam com alta porcentagem de lucro no mercado europeu. Estas especiarias eram levadas para Europa através da rota do Mar Mediterrâneo, dominada pelos comerciantes italianos.

No século XVI, os portugueses descobriram uma rota alternativa para chegar ao oriente, através da navegação pela costa africana. Passaram a comprar as especiarias diretamente na fonte e tiraram o monopólio dos italianos. As caravelas portuguesas chegavam à Europa carregadas de especiarias, que eram vendidas com altas taxas de lucro. Portugal se tornou uma potência econômica da época.

 

Quais riscos os temperos industrializados representam à saúde?

Os temperos industrializados são um dos alimentos mais consumidos pelo brasileiro e representam uma forma prática e rápida para serem utilizados durante o preparo das refeições. Contudo, essa praticidade pode comprometer à saúde, como aponta a nutricionista  Caroline Gargantini. “Temperos industrializados são muito práticos, além de realçarem o sabor da comida, porém, os consumidores não sabem o que ingerem - quando consomem esse tipo de produto. Normalmente, eles contém excesso de sódio, glutamato monossódico (GSM), aromatizantes e conservantes artificiais. É muito comum as pessoas relatarem mal-estar depois de ingerirem uma comida com essa substância", afirma.

 De acordo com a nutricionista, ao longo dos anos, segundo o FDA (agência regulatória para alimentos, medicamentos e cosméticos dos Estados Unidos), alguns sintomas foram relacionados ao seu consumo como dores de cabeça, aceleração dos batimentos cardíacos, dores no peito, dormência ou formigamento no rosto e pescoço, asma, palpitações e sudorese. “ Por isso, é importante evitar o consumo desses caldos de legumes em cubos e temperos prontos em pó”, pontua.

O nutricionista Rubens Gomes também enfatiza que esses produtos estimulam “doenças silenciosas” ao organismo humano. “Quando se fala em glutamato monossódico, fala-se de uma substância que causa reações adversas como as alergias cutâneas, náuseas, vômitos, enxaquecas, asma, taquicardia, tonturas e depressão”, declara. 

Mas, contudo, será que isso significa optar por comida sem sal? A educadora física Dora Rodrigues discorda. Para ela, não é preciso preciso abolir o sal, mas tomar cuidado quanto ao exagero. “Claro que o excesso do sal não é bem-vindo, aumenta a retenção de líquidos no organismo e pode elevar a pressão arterial, mas o que a maioria das pessoas não leva em consideração é que o sal entrega todos os dias um mineral fundamental e essencial para a ativação do metabolismo,  que é o Iodo”, afirma. Dora destaca ainda que o equilíbrio entre o uso do sal, a variação e abundância de temperos naturais ressaltam os sabores dos alimentos e favorecem o fornecimento de micronutrientes fundamentais para a saúde. 

 

Alhos fritos vendidos em supermercados

Além dos temperos industrializados, alhos fritos encontrados em supermercados também devem ser evitados, de acordo com os especialistas. “A primeira vista, esses produtos parecem inocentes e muito práticos, mas ao verificar o rótulo, notamos que também tem sódio. Contudo, o mais preocupante, é perda do valor nutricional. Logo de início, 90% da alicina [agente antibacteriano, dentre outros benefícios] existente no alho cru, é perdida. E depois de 45 dias de armazenamento essa substância é inexistente”, pontua a nutricionista Caroline Gargantini.

A especialista ainda ressalta que todo tipo de preparação com o alho, leva a perdas nutricionais e funcionais, mas a situação se agrava, de fato, quando ocorre a fritura. “O mais recomendado é colocar o tempero junto com a comida para cozinhar”, complementa. 

 

Substituir o tempero industrializado por opções naturais 

O nutricionista Rubens Gomes orienta optar pelo sal (sem exageros), além de temperos naturais que incluem opções como: coentro, salsa, cebolinha, manjericão, cardamomo, orégano, alho, etc. “Essas alternativas conferem  sabor inigualável e podem fornecer micronutrientes importantes à saúde, ao contrário dos temperos industriais artificiais”, afirma. 

Já Carolina Gargantini também cita especiarias como alecrim, orégano, dentre outros. “Então, a dica é que sempre que possível, cozinhe com alimentos frescos, naturais e saudáveis. Planeje sua refeição. Invista na sua qualidade de vida e sua saúde agradecerá”, finaliza.

 

 

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Vírus Sincicial Respiratório (VSR): pouco conhecido, mas pode ser muito perigoso!

 


Ele é um vírus que pode ocasionar uma infecção aguda nas vias respiratórias e pulmões de bebês e crianças. É um vírus comum e ao longo da vida todas as pessoas serão infectadas ao menos uma vez por ele, mas requer atenção e cuidados especiais.


O VSR causa a bronquiolite, uma das doenças que mais provoca internações em bebês com menos de um ano.


Apesar das infecções respiratórias poderem ocorrer em qualquer período do ano, o início do outono e inverno devido às baixas temperaturas, tornam-se a época em que essas infecções são mais frequentes.


SINTOMAS

Começa com coriza e talvez febre baixa, como um início de gripe, e pode originar outros sintomas, sendo eles:

  • Dificuldade para respirar
  • Chiado no peito
  • Dificuldades para mamar
  • Dor de cabeça e garganta
  • Perda de apetite
  • Cansaço
  • Tons azulados na pele


QUEM ESTÁ SUJEITO?

As crianças, especialmente recém-nascidos são mais propensos a manifestar a infecção, pois ainda não possuem um sistema imunológico completamente desenvolvido.


A contaminação pode acontecer de um adulto com um quadro leve para uma criança, de uma criança para outra e assim por diante, é comum principalmente em crianças que já vão à escolinha.


SAZONALIDADE




DIAGNÓSTICO

O médico, quando suspeitar de infecção por VSR, deve fazer exame físico e, dependendo dos sintomas apresentados, pedir alguns exames laboratoriais ou de imagem.


PREVENÇÃO

É importante sempre manter cuidado com a saúde e higiene das crianças, principalmente em épocas mais frias. Alguns cuidados:

  • Lavar a mão sempre que for pegar bebês e crianças
  • Evitar aglomerações com crianças
  • Evitar contato com outras pessoas gripadas
  • Amamentar até, pelo menos, um ano devido à presença de anticorpos no leite materno


TRATAMENTO

O médico vai determinar o tratamento medicamentoso recomendado para cada criança, levando em consideração os sintomas apresentados.


Além disso é fundamental que a criança se hidrate e coma bem, fique em repouso e evite contato com outras crianças. Também é muito importante manter o ambiente em que a criança está sempre limpo, desinfetado e higienizado.

Doença Mão-Pé-Boca



A doença mão-pé-boca é uma enfermidade contagiosa causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta que afeta a mucosa da boca). Embora possa acometer também os adultos, ela é mais comum na infância, antes dos cinco anos de idade. O nome da doença se deve ao fato de que as lesões aparecem mais comumente em mãos, pés e boca.




São sinais característicos da doença:

– febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;
– aparecimento, na boca, amídalas e faringe, de manchas vermelhas com vesículas branco-acinzentadas no centro que podem evoluir para ulcerações muito dolorosas;
– erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas e na região genital;
– mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarreia;
– por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação.

A transmissão se dá pela via fecal/oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas. O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum.

Tratamento:

Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca. Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, tratam-se apenas os sintomas. Medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta.

Recomendações:

– nem sempre a infecção pelo vírus Coxsackie provoca todos os sintomas clássicos da síndrome. Há casos em que surgem lesões parecidas com aftas na boca ou as erupções cutâneas; em outros, a febre e a dor de garganta são os sintomas predominantes;
– alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete, são mais fáceis de engolir;
– bebidas geladas, como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles;
– lembre-se sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada;
– evitar, na medida do possível, o contato muito próximo com o paciente (como abraçar e beijar);
– cobrir a boca e o nariz ao espirrar ou tossir;
– manter um nível adequado de higienização da casa, das creches e das escolas;
– não compartilhar mamadeiras, talheres ou copos;
– afastar as pessoas doentes da escola ou do trabalho até o desaparecimento dos sintomas (geralmente 5 a 7 dias após início dos sintomas);
– lavar superfícies, objetos e brinquedos que possam entrar em contato com secreções e fezes dos indivíduos doentes com água e sabão e, após, desinfetar com solução de água sanitária diluída em água pura (1 colher de sopa de água sanitária diluída em 4 copos de água limpa);
– descartar adequadamente as fraldas e os lenços de limpeza em latas de lixo fechadas.


IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.
 


Fonte: Ministério da Saúde