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Curiosidade: Como é feito um comprimido efervescente?

 A fabricação de um comprimido efervescente baseia-se em uma reação química planejada entre um ácido e uma base, que só ocorre na presença de água. 




Abaixo estão as etapas e os componentes principais desse processo: 

1. Composição Química (Os Ingredientes) 
Para que o comprimido borbulhe e se dissolva rapidamente, a fórmula combina três elementos essenciais: 
  • Ácido Orgânico: Geralmente ácido cítrico ou ácido tartárico.
  • Base Carbonada: Comumente bicarbonato de sódio ou carbonato de sódio.
  • Princípio Ativo: O medicamento em si (como Vitamina C, aspirina ou antiácidos).
  • Excipientes: Adoçantes, corantes e aromatizantes para melhorar o sabor.

2. O Processo de Produção (Fabricação) 
A fabricação exige um ambiente extremamente controlado, pois a umidade do ar pode ativar a reação antes da hora, arruinando o lote. 
  • Mistura Seca: Os ingredientes em pó são misturados de forma homogênea.
  • Granulação: Frequentemente, os pós passam por um processo de granulação para garantir que o comprimido não se esfarele e que a dissolução seja uniforme.
  • Compressão: A mistura é levada a uma prensa onde recebe toneladas de pressão para formar o disco sólido que conhecemos.
  • Envase Especial: Os comprimidos são selados em tubos herméticos ou blísters de alumínio para proteção total contra a umidade externa. 

3. Como a Reação Acontece no Copo 
Quando você joga o comprimido na água, o ácido e o bicarbonato (que estavam "separados" no estado sólido) finalmente se misturam e reagem quimicamente. 

  • Essa reação libera Dióxido de Carbono (
    CO2
    )
    , que cria as bolhas características.
  • O movimento das bolhas ajuda a fragmentar o comprimido, espalhando o princípio ativo na água de forma rápida e uniforme. 

Dica de Uso:
É recomendado esperar a efervescência terminar completamente antes de beber, para garantir que todo o medicamento tenha sido liberado e esteja pronto para ser absorvido pelo organismo

Curiosidade: Café solúvel - saiba o que é, como é feito e suas características


Ei, você que é apaixonado por cafeína, já ouviu falar em café solúvel? Pois é, para quem é bem caprichoso com as delícias que aprecia, gosta de pesquisar sobre o assunto e viajar nas características de belas bebidas como essa, esse artigo é para você.

Sabemos que você sonha em gerar impacto com suas escolhas e uma bebida com preço atrativo, variedade, qualidade e bom custo-benefício não é nada mal, não é mesmo?

Foi por isso que preparamos este artigo para você conhecer de uma vez por todas o que é o café solúvel, suas melhores características e como ele é feito. Acompanhe!


O que é o café solúvel?

O café solúvel, também conhecido como café instantâneo, é extraído dos grãos de café e diferencia-se do café especial por ter maior concentração e não exigir filtragem.

Estima-se que a origem do café instantâneo surgiu em 1771 na Inglaterra. Porém, a bebida ganhou notoriedade mundial a partir da produção e comercialização em massa pelo empresário George Constant Louis Washington, belga-americano com a popularidade alcançada pelo consumo de soldados americanos em guerra.

No Brasil o café solúvel chegou em 1953; a partir da década de 1960 foram feitos esforços para atrair e instalar fábricas de solúvel, quando a maioria das empresas associadas da ABICS (Associação Brasileira da Industria do Café Solúvel) foram fundadas e iniciaram suas atividades. Desde então, o Brasil é líder mundial de produção e exportação de café solúvel. O Brasil produz e exporta café solúvel para 87 países, sendo os principais destinos os Estados Unidos, Rússia, Argentina, Japão e Indonésia, seguidos da Holanda e Méxi

Veja agora as principais informações dessa bebida que conta com tipos variados, características peculiares e forma de preparo bem simples. Acompanhe.


Fabricação Café Solúvel

O complexo processo industrial de fabricação do café solúvel envolve alta tecnologia com rigorosos padrões de qualidade sem qualquer contato manual. O solúvel é fabricado a partir de cafés das variedades Arábica e Robusta/Conilon e resulta da desidratação do extrato aquoso de café torrado. Em sua composição há apenas café e água. Para ser comercializado em território nacional, o solúvel não pode conter nenhum aditivo ou conservante.

As etapas de elaboração do solúvel (e suas diferentes formas) podem ser resumidas da seguinte maneira:

Processo de Fabricação Café Solúvel – Fonte: ABICS (Associação Brasileira da Industria do Café Solúvel)


Tipos

O café solúvel é encontrado em 3 tipos diferentes atualmente. Veja agora como eles são caracterizados.

Spray dried

Café solúvel em pó fabricado ao submeter o extrato de café a condições de altas temperaturas e pressão. A partir disso ocorre um aumento da concentração e volatilidade. Logo após esse processo, o extrato é movido para o topo de uma torre, onde é pulverizado e posto em ar quente a fim de perder umidade e se transformar em pó.

Aglomerado

É obtido a partir do processo anterior (spray dried). O grão moído passa por processo de aglomeração e o pó é exposto a um vapor com pressão e velocidade ajustada até a granulometria desejada. O produto final é uniforme e de fácil diluição

Freeze dried ou Liofilizado

Esse é o processo mais utilizado entre os produtores. Inicia no congelamento do extrato a -40ºC e segue para moagem, secagem feita a vácuo e posterior sublimação.

 

Características

Há uma série de características interessantes sobre o café solúvel. Ele não contém aditivos ou conservantes, não faz sujeira, já que não precisa ser coado e tem uma excelente durabilidade mantendo suas propriedades por um longo tempo.

O café solúvel pode ser usado em diversas receitas, tem um preço muito atrativo e é bem fácil de ser encontrado. Além disso, tem um nível de cafeína mais leve, o que ajuda pessoas que gostam de café, mas precisam evitar uma bebida muito forte.

A sua praticidade de consumo é inegável, mas o café solúvel tem conquistando cada vez mais apreciadores também pela qualidade, visto que desde a sua descoberta já evoluiu bastante.

Hoje é possível encontrar versões instantâneas feitas 100% de café arábica na composição do extrato, em que as características sensoriais dos grãos são preservadas.

Com isso, o produto chega a ser bastante semelhante ao café fresco em sabor e aroma.

No entanto, há ainda muitas diferenças entre as duas versões em relação às formulações, seleção de grãos e processos de fabricação.


Quais as diferenças do café solúvel para o café especial?

Algumas diferenças/características do café solúvel quando comparado ao café tradicional:

  • concentração/diluição: no solúvel você utiliza menos pó do que o café coado tradicional visto os processos de fabricação que são submetidos.
  • Além da praticidade de preparo, o café solúvel tem baixa umidade, por isso, tem maior durabilidade, sendo capaz de conservar o seu sabor e qualidade por mais tempo.
  • Como no café tradicional, ele é produzido a partir do grão moído e torrado, em seguida processado a partir de diferentes tipos e etapas de desidratação.
  • Por contar com processos simplificados de preparo, basta adicionar no café à água filtrada e quente, sem necessidade de coar para dissolver.
  • O café tradicional, moído ou em grãos, oferece uma maior variedade de sabores, pois pode conservar os seus óleos essenciais e composições químicas intactas.
  • O café solúvel perde um pouco de sabor e aroma devido às etapas de processo de fabricação/extração.
  • O café tradicional/especial tem uma maior concentração de cafeína do que o café solúvel (20% a menos), pois este último perde parte de seus componentes no processo de fabricação.


Importante ressaltar que a comparação não é muito conclusiva, já que os dois produtos apresentam perfis diferentes. O processo é diverso, dessa forma, não cabe a nós escolhermos um ou outro.

O café solúvel tende a ser muito mais prático do que o café especial já que pode ser preparado ao ser dissolvido em água quente e até mesmo água fria.

O sabor e aroma do café tradicional/especial geralmente é mais agradável do que o café solúvel, pois tem maior capacidade de conservação de óleos essenciais e zero composições químicas em suas extrações.

Em relação ao custo-benefício o café solúvel tende a ser mais barato, além de não gerar descarte, ao contrário do café especial que deixa o pó residual após o seu preparo.

O café em grãos também tem durabilidade menor em relação ao café solúvel, pois apresenta baixa vida útil de conservação de suas características.


Fonte: Veroo

Curiosidade: Como é feito o leite em pó? Entenda em 5 passos

(Reprodução/IStock)


O leite em pó surgiu, da forma que conhecemos hoje, no século 19 – inicialmente, como um meio de preservar o leite de vaca por mais tempo. Ele é composto pelo leite desidratado in natura e não contém açúcar, mas pode ter a adição de vitaminas e minerais. O método se popularizou, no início, principalmente entre marinheiros e soldados, que não costumavam ter acesso ao produto fresco. Uma das suas principais vantagens é o grande período de validade; o desnatado chega a durar 3 anos.

Com o avanço da tecnologia, surgiram diversos meios de fabricação. Em cada uma das etapas, o leite vai perdendo água até se tornar pó. Veja como o processamento acontece abaixo.


Processo de fabricação

Passo 1: Pasteurização – remoção de bactérias

Passo 2: Filtração (60% da água removida)

Passo 3: Evaporação (25% da água removida)

Passo 4: Secagem (14% da água removida)

Passo 5: Embalagem


O primeiro processo é pasteurizar o leite, que é aquecido a altas temperaturas para eliminar todas as bactérias e impurezas.

No processo de filtração, o leite é processado e separado da água — 60% dela é removido. Em seguida, com o leite concentrado, ocorre o processo de vaporização, em que o leite é reduzido após ser aquecido e perde 25% de água.

A redução do leite por vaporização separa o vapor do pó concentrado e, em seguida, condensando o vapor em um líquido a ser removido. Após esse processo, o leite é pulverizado e exposto ao ar quente através de uma câmera de secagem. Rapidamente, as gotas de leite líquido evaporam, deixando um pó seco.

A embalagem é o último processo da fabricação do leite em pó. Ele é vendido de diferentes formas, podendo ser em latas de metal ou sacos plásticos e o processo de embalagem é automatizado.


Fonte: Revista Galileu

O Universo Hormonal Feminino #5: Cortisol - O Hormônio que Responde ao Caos



O Universo Hormonal Feminino #5: Cortisol - O Hormônio que Responde ao Caos

O cortisol também é conhecido como “hormônio do estresse”. Apesar do apelido, ele desempenha função importante na saúde das mulheres. O cortisol é produzido pelas glândulas supra-renais, localizadas acima dos rins, e a sua liberação ocorre em momentos de estresse e tensão — dessa característica vem o apelido.

O corpo precisa ficar alerta para reagir rapidamente e com eficácia em momentos de estresse. Diante disso, a liberação do cortisol é fundamental para aumentar a pressão arterial, dilatar a pupila e intensificar o sistema respiratório e cardiovascular.

A produção do cortisol também causa outros efeitos diretos e indiretos, como controle dos níveis de glicose e regulagem do sistema imunológico.


Funções

Como visto, o cortisol é fundamental para que o organismo consiga ter reações rápidas em situações de adrenalina. Por exemplo, se alguém tentar agredir você fisicamente, é importante ter respostas ágeis para lidar com isso da melhor maneira. 

Junto com isso, o hormônio também reduz a inflamação, regula a pressão arterial, os níveis de açúcar no sangue e o funcionamento do sistema imune.


Excesso de cortisol

Apesar dos benefícios já citados, o excesso de cortisol traz prejuízos ao organismo, o que precisa ser combatido. Esse excesso é refletido na diminuição do apetite sexual, ciclo menstrual irregular, diminuição da testosterona, dificuldade na memorização e muito mais.

Esses problemas costumam ser ocasionados pela maior exposição a atividades estressantes, pouco descanso e muita sobrecarga de funções. É especialmente importante que mulheres fiquem de olho nisso porque elas costumam ter mais sobrecarga do que os homens.

Por exemplo, durante a pandemia da covid-19, em que a dupla jornada de trabalho delas aumentou, segundo pesquisas do Fórum Econômico Mundial.

Então, caso os sintomas acima estejam muito presentes, é importante procurar ajuda médica.


Deficiência de cortisol

Cortisol em baixos níveis não é uma condição positiva, já que esse hormônio é importante para o organismo humano. Se isso ocorrer, é natural que as pessoas sintam fraqueza, cansaço e fadiga.

Em quadros mais graves de baixo cortisol, também existem mais riscos para a depressão. Nesse caso, é importante ter uma alimentação saudável, se exercitar regularmente e consultar um médico de forma regular.

Então, conseguiu entender mais sobre os 5 principais hormônios femininos e a sua importância para as mulheres? As substâncias exercem funções essenciais para a saúde física e mental do público feminino. Logo, eles devem se manter em níveis adequados. Nesse sentido, tenha um acompanhamento médico regular para uma maior qualidade de vida.


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O Universo Hormonal Feminino #4: Testosterona no Corpo da Mulher - Pequena em Quantidade, Gigante no Impacto



O Universo Hormonal Feminino #4: Testosterona no Corpo da Mulher - Pequena em Quantidade, Gigante no Impacto

Embora seja comumente associado ao corpo masculino, a testosterona também é um hormônio essencial para o organismo feminino. A quantidade de testosterona presente na mulher é bem menor que em homens. Na mulher, o hormônio é produzido nos ovários, a partir das glândulas adrenais.

A testosterona circula pela corrente sanguínea até os receptores. Nos homens, a testosterona é importante para o desenvolvimento de diversas características masculinas, como a voz grave, crescimento de pelo no rosto etc.


Funções

As funções da testosterona no corpo feminina são diversas. Elas incluem a promoção do crescimento muscular e ósseo e manutenção da massa magra. Durante o ciclo menstrual, a testosterona aumenta a libido para auxiliar o processo de reprodução. Ela também é útil por fornecer energia e disposição para as atividades diárias.


Excesso de testosterona

Existem alguns sinais que possivelmente indicam o excesso de testosterona no organismo feminino, como sintomas tradicionalmente considerados como masculinos, como a presença exagerada de pelos no rosto, tom de voz mais grave e hipertrofia de clítoris.

O excesso de testosterona precisa ser investigado, já que sinaliza a presença de alguns problemas de saúde, como a síndrome do ovário micropolicístico ou câncer de ovário.

Além disso, o excesso desse hormônio pode causar problemas emocionais, com sintomas muito parecidos com os da depressão ou até mesmo aumentar as chances de contrair infecções, como é o caso da covid-19.


Deficiência de testosterona

Da mesma forma que em algumas fases da vida o nível de testosterona aumenta, em outras, ele pode diminuir. É o caso da menopausa, em que as mulheres encerram o ciclo menstrual e os níveis de testosterona caem.

Prova disso são algumas pesquisas desenvolvidas que mostram a relação entre a reposição da testosterona e o aumento do interesse sexual pós-menopausa. Ao reduzir os níveis desse hormônio, é comum sentir redução na libido, distúrbios de sono, perda de massa muscular, aumento da gordura corporal ou fadiga.

Além da menopausa, existem outras causas associadas a redução desse hormônio. É o caso do uso prolongado de anticoncepcionais, entre outros fatores. Nesses casos, o médico também pode indicar a reposição da testosterona.

Fonte: Vida Plena - Libbs

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O Universo Hormonal Feminino #3: Entre Hormônios e Sonhos: A Jornada da Melatonina no Corpo da Mulher



O Universo Hormonal Feminino #3: Entre Hormônios e Sonhos: A Jornada da Melatonina no Corpo da Mulher

A melatonina também tem forte relação com a ovulação e com o ciclo hormonal. Assim como outros hormônios citados, ela existe tanto no organismo feminino quanto no masculino. Contudo, para as mulheres, a melatonina tem funções particulares, como a melhoria da fertilidade.

Produzido na glândula pineal, localizada no cérebro, o seu objetivo principal é regularizar o sono. Por isso, a melatonina também é chamada de hormônio do sono. Inclusive, ela é liberada durante a noite, enquanto as pessoas dormem.

É possível consumir melatonina em alimentos específicos, mesmo que em menor quantidade, como legumes, carnes e frutas. Inclusive, existem suplementos à base de melatonina vendidos no mercado na intenção de auxiliar as pessoas no sono. 

Funções

Como visto, a melatonina é focada na regularização do sono. Isso ocorre tanto direta quanto indiretamente, ao estimular a produção de outros hormônios que também contribuem para a qualidade do sono.

A regularização do sono é especialmente importante para as mulheres, que podem enfrentar distúrbios do sono em contextos específicos, como na gestação, depressão pós-parto, TPM e pré-menopausa.

Inclusive, a síntese dos hormônios sexuais ocorre em sintonia com o ciclo adequado do sono. Logo, esse processo pode ter um melhor desempenho com ajuda da melatonina, ao evitar a privação do sono. Além disso, a melatonina também atua no ciclo hormonal e reprodutivo.

Por exemplo, ela ajuda na formação dos folículos ovulatórios, ovulação, maturação dos ovos, atrofia dos folículos e muito mais. Desse modo, a qualidade dos embriões e dos óvulos, que também depende de onde eles se desenvolvem, é potencializada.

Outra função da melatonina é regular a função ovariana ao liberar gonadotrofinas. Ela ainda influencia a produção de hormônios sexuais, como progesterona e estrogênio.

Excesso de melatonina

Assim como os demais hormônios citados, o excesso de melatonina não faz bem e se associa a um desequilíbrio no corpo. Conforme mencionado, esse hormônio também é produzido sinteticamente e administrado em cápsulas para auxiliar no sono.

Contudo, essa prática sem orientação médica pode se relacionar com diversos problemas de saúde. Os principais sintomas envolvem dor de cabeça, cólica estomacal, tontura, náusea, irritabilidade, sonolência e muito mais.

Além disso, o excesso de melatonina costuma sinalizar para o desenvolvimento de tumores no sistema genital feminino, como a síndrome do ovário policístico.

Deficiência de melatonina

Vimos que a melatonina exerce funções essenciais na qualidade do sono e no organismo feminino. Diante disso, a deficiência desse hormônio atrapalha os processos fisiológicos do sistema reprodutor. 

Assim, as mulheres correm mais riscos de desenvolver problemas de saúde como o câncer de mama, por exemplo. Isso porque a melatonina controla a formação de vasos sanguíneos do tumor e apresenta propriedades antioxidantes. Esses benefícios são mostrados por meio de estudos em camundongos.

Outros estudos mostram que a deficiência nos níveis de melatonina se associa a hipertrofia ovariana e abertura vaginal precoce. Tudo isso é prejudicial para o desenvolvimento do sistema genital feminino, o que pode refletir especialmente em prejuízos para a gestação.


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O Universo Hormonal Feminino #2: Progesterona - O Guardião Silencioso do Corpo Feminino



O Universo Hormonal Feminino #2: Progesterona - O Guardião Silencioso do Corpo Feminino 

Da mesma forma que o estrogênio, outro hormônio do sexo feminino é a progesterona. Ele é essencial para gravidez, regulação do ciclo menstrual e muitos outros processos relacionados ao desenvolvimento sexual na puberdade e na reprodução.

A produção da progesterona ocorre nos ovários, tendo o colesterol como componente principal. Outra parte desse hormônio é produzida nas glândulas suprarrenais, localizadas acima dos rins, e na placenta durante a gravidez.

Essa produção ocorre após a finalização da ovulação, no ciclo menstrual. Contudo, sempre que o óvulo não é fecundado e a mulher não engravida, ocorre uma queda no nível de progesterona. Assim, o ciclo menstrual é encerrado.

Função

Caso o óvulo fosse fecundado, a progesterona contribui para tornar o útero um lugar mais favorável para o desenvolvimento do bebê e do embrião. Isso ocorre ao tornar o endométrio mais espesso. Junto com isso, ele desenvolve as glândulas mamárias durante a gravidez para ajudar na amamentação.

Ele ainda diminui a contração uterina, útil para evitar esse incômodo na gravidez.19 Além das funções da progesterona relacionadas a gravidez, esse hormônio é muito útil em outros sentidos, como:

  • alargamento do quadril e acúmulo de gordura no glúteo;
  • regulação do ciclo menstrual;
  • auxilia na produção do leite, mesmo após o nascimento do bebê.

Excesso de progesterona

Conforme mencionado, é natural que a progesterona esteja em alta após a ovulação. Esse nível deve permanecer caso a mulher passe por uma gravidez, já que ele é essencial para o desenvolvimento do útero, mama etc. Contudo, apesar da utilidade desse hormônio, é importante ter cuidado com o excesso dele para além da gravidez.

Em situações assim, pode ocorrer um desequilíbrio hormonal. Muitas vezes, esse problema surge em quem tem cisto no ovário, endometriose, câncer no ovário, uso regular de anticoncepcional ou funcionamento excessivo das glândulas suprarrenais.

Seja como for, é importante que o quadro seja investigado. Os sintomas comuns para o excesso de progesterona envolvem:

  • inchaço por retenção de líquidos;
  • dores nas mamas;
  • fadiga e indisposição;
  • ressecamento vaginal;
  • diminuição da libido;
  • irregularidade menstrual.

Deficiência de progesterona

Assim como a progesterona alta não é saudável e pode trazer complicações, a deficiência desse hormônio não é algo positivo. Os sinais de baixa nos níveis dessa substância são:

  • ciclos menstruais curtos;
  • menstruações intensas e longas;
  • ciclos menstruais irregulares;
  • escape antes da menstruação.

Se isso ocorrer, é possível que o organismo feminino lide com as consequências de algum desequilíbrio. Dentre eles, síndrome de ovários policísticos, excesso no hormônio que produz leite, hipotireoidismo etc.

Todos esses fatores contribuem para a ausência ou raridade na ovulação. Então, é preciso que o quadro seja investigado e tratado.

Para maior compreensão quanto a relação entre o baixo nível de progesterona e o anticoncepcional, saiba que a pílula é usada para inibir a ovulação. Como visto, a produção da progesterona depende dessa etapa do ciclo menstrual.

Além disso, se a baixa nos níveis de progesterona ocorrer para quem tem o sonho da maternidade, os riscos são ainda maiores. Por exemplo, é possível que as mulheres passem por um aborto espontâneo, infertilidade ou dificuldade para engravidar. Esse ainda pode ser sintoma de uma gravidez que não é viável.


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O Universo Hormonal Feminino #1: Estrogênio - A Essência Feminina em Forma de Hormônio


O Universo Hormonal Feminino #1: Estrogênio - A Essência Feminina em Forma de Hormônio


O estrogênio é um dos hormônios presentes no corpo humano. Portanto, ele está presente tanto em mulheres quanto em homens e crianças. Contudo, no público com sistema reprodutor feminino, o estrogênio está presente em maior quantidade.

Outra diferença é que nas mulheres a produção ocorre nos ovários. No caso dos demais, ela pode ocorrer em outras áreas do corpo, como no tecido adiposo, pele, fígado, testículos e muitas outras.

Função

A produção do estrogênio ocorre a partir do colesterol, uma gordura existente no corpo. Assim, ele atua na regulação do ciclo menstrual. O sinal de que ele está ativo no organismo é percebido com a primeira menstruação da mulher.

Desse momento em diante, ele contribui para o desenvolvimento dos seios, crescimento dos pelos pubianos e outras características. Tudo isso é importante para que as mulheres que desejarem se preparem para a gravidez. O estrogênio também exerce diversas outras funções, como:

  • controle do colesterol;
  • crescimento;
  • aumento da produção de oleosidade na pele.

Tipos de estrogênio

Os estrogênios conseguem exercer diversas funções por serem divididos em mais de um tipo, que se adaptam conforme as necessidades do corpo. Eles são os seguintes:

  • estradiol — é o mais ativo, principalmente no ciclo menstrual e durante a gravidez;
  • estriol — é o principal estrogênio durante a gravidez sendo produzido a partir da placenta;
  • estetrol — também é relevante para mulheres grávidas sendo produzido a partir do fígado fetal;
  • estrona — é considerado mais fraco, e é produzido na placenta e no ovário, durante a menopausa e pós-menopausa, ele se torna o principal estrogênio do corpo.

Excesso do estrogênio 

Conforme mencionado, cada hormônio feminino tem a sua importância, e eles devem atuar segundo as necessidades do corpo. Por exemplo, durante a menstruação até a ovulação os níveis de estrogênio são mais elevados.

Isso explica as alterações como pele e cabelo oleosos, baixo astral, aumento da libido e muitas outras. Após a liberação do óvulo, os níveis de estrogênio são reduzidos e o corpo também passa por mudanças. Contudo, a diminuição costuma ser considerada normal pós-menstruação.

Por outro lado, algumas pessoas passam pelo aumento excessivo do estrogênio por conta de desvios genéticos. Normalmente, esse quadro é percebido na puberdade, refletido nas mulheres em desconforto nas mamas, retenção de líquido e maior propensão para doenças.

Deficiência do estrogênio

O organismo feminino pode passar por uma diminuição considerável do estrogênio, é o caso da menopausa e pós-menopausa. Isso causa sintomas no corpo como a secura vaginal, alterações de humor, ondas de calor e maior risco para a osteoporose.

A menopausa é um processo natural que leva à diminuição do estrogênio. Mas ainda é importante tomar cuidado e ter acompanhamento médico para verificar a necessidade de reposição hormonal. Além disso, outros fatores podem se relacionar com a deficiência do estrogênio, como a síndrome de ovário policístico, câncer na glândula adrenal etc.


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