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Antes de Jorge Messias, quem foram os cinco candidatos a vaga de ministro do STF rejeitados pelo Senado?

Floriano Peixoto, presidente em 1894, última vez em que o Senado rejeitou um indicado ao STF, e Lula em 2026 (à direita). Foto: Reprodução / Reuters


Uma derrota histórica para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias, foi rejeitado pelo Senado.

O nome do advogado-geral da União recebeu 42 votos contrários e 34 favoráveis — era necessário o apoio de 41 votos para sua confirmação.

Essa é a primeira vez que isso ocorre em mais de cem anos. Os últimos casos foram no final do século 19.

Até então, na história da República brasileira, apenas cinco nomes apresentados pela Presidência ao Supremo não haviam sido referendados pelo Congresso.

Todos os casos foram durante a gestão do presidente Floriano Peixoto (1839-1895), que governou o país de 1891 a 1894.

Somente um deles, o médico Candido Barata Ribeiro (1843-1910), chegou a assumir o posto — foi ministro da Suprema Corte por dez meses, até ser barrado pelos senadores.

Vale ressaltar que naquele início de período republicano havia um entendimento ambíguo sobre um dos requisitos para que alguém fosse nomeado ministro do STF: em vez de "notório saber jurídico", pedia-se simplesmente "notório saber".

Quatro dos cinco nomes rejeitados pelo Senado não tinham formação em direito — e, à parte o clima de animosidade política, este foi o principal argumento dos parlamentares.


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Criação do STF

A história do STF remonta às estruturas que foram criadas quando a monarquia foi extinta e era preciso aparelhar institucionalmente o país com instrumentos semelhantes aos de outras repúblicas do mundo.

O órgão foi fundado em 1890, no ano seguinte à Proclamação da República. Embora seja herdeiro da chamada Casa da Suplicação do Reino Português, corte jurídica importada para a colônia quando a família real se transferiu para o Rio em 1808, tem funcionalidades e especificidades muito diversas daquele antigo tribunal.

Ao longo do século 19, o Brasil independente pós-1822 teve como esfera superior jurídica o Supremo Tribunal de Justiça, cujos membros eram chamados de conselheiros. No período, contudo, o papel de guardião da Constituição era prerrogativa do imperador — que gozava do poder moderador.

No formato contemporâneo, o STF tem 11 membros, com cargos vitalícios — a aposentadoria é compulsória aos 75 anos. Cabe a essa corte o zelo pela Constituição, o julgamento de casos em última instância e o julgamento penal daqueles com foro privilegiado, ou seja, políticos eleitos.


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Candido Barata Ribeiro, o médico



O mais famoso caso de rejeição do Senado a um nome apresentado pelo presidente foi o do médico Candido Barata Ribeiro.

Como o modelo previsto pela primeira Constituição republicana implicava na avaliação do Senado após a posse do membro do STF, ele chegou a exercer o cargo por dez meses, de novembro de 1893 a setembro de 1894.

"O ministro Candido Barata Ribeiro formou-se em Medicina. Foi o único ministro empossado do Supremo Tribunal Federal que não tinha formação em Direito", observou o ex-ministro Celso de Mello no livro Notas Sobre o Supremo Tribunal.

A rejeição dos parlamentares ocorreu em sessão secreta.

Nascido em Salvador e militante abolicionista, o médico tinha uma trajetória política importante. Havia sido prefeito do Rio de Janeiro, o então Distrito Federal, e era aliado de Floriano Peixoto.

Antes, nos últimos anos do império, atuou como responsável pela comissão de vacinação da então província de São Paulo.

Sua gestão à frente da Prefeitura do Rio ficou marcada por medidas higienistas, com demolição de habitações precárias e ações de limpeza urbana para combater epidemias. Considerado o cortiço mais famoso do Rio, o Cabeça de Porco, na zona portuária, foi completamente extinto durante sua administração.

Na época, havia dificuldade de controlar a disseminação de doenças como tuberculose, varíola e febre amarela.

De 1900 a 1909, Barata Ribeiro atuou como senador. Compôs, portanto, a mesma casa que havia vetado seu nome para o Supremo.

 

Inocêncio Galvão de Queiroz, engenheiro



Inocêncio Galvão de Queiroz (1841-1903), conforme informações do livro Marechal Graduado Inocêncio Galvão de Queiroz - Dados Biográficos, do escritor e militar Laurênio Lago (1869-1954), nasceu em Valença, na Bahia, e era graduado em matemática, ciências físicas e engenharia civil.

Queiroz começou sua carreira militar em 1859 e lutou na Guerra do Paraguai, entre 1864 e 1870. No histórico conflito, integrou a chamada comissão dos engenheiros. Voltou promovido a capitão.

Trabalhou como engenheiro no Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas ao longo dos anos 1870. Ainda no período monárquico, foi diretor de Obras Militares da então província de Alagoas, ocupou o mesmo cargo também na Bahia e foi comandante de Armas da província do Amazonas.

Galvão de Queiroz foi nomeado ministro do STF em setembro de 1894. Não chegou a tomar posse. O Senado, em sessão secreta, rejeitou seu nome em outubro do mesmo ano.

 

Francisco Raymundo Ewerton Quadros, engenheiro



Outro dos cinco nomes rejeitados pelo Senado foi o militar Francisco Raymundo Ewerton Quadros (1841-1919).

De acordo com o pesquisador e biógrafo Zêus Wantuil de Freitas (1924-2011), no livro Grandes Espíritas do Brasil, Quadros era filho de um capitão maranhense e se mudou para o Rio ainda jovem, onde se formou em matemática, ciências físicas e engenharia. Seguiu carreira militar, ocupando diversos postos no exército.

O biógrafo pontua que ele se tornaria aliado de Floriano Peixoto, sendo que, na época desse governo, Quadros dirigiu o Arsenal de Guerra e comandou a Escola Militar do Rio de Janeiro.

No âmbito pessoal, o militar era conhecido divulgador do espiritismo de base kardecista, cuja doutrina seguia pelo menos desde 1872. Tornou-se médium, fundou um grupo espírita no Rio em 1881 e, três anos mais tarde, se tornou o primeiro presidente da Federação Espírita Brasileira.

 

Antônio Caetano Sève Navarro, o subprocurador da República



O pernambucano Antônio Caetano Sève Navarro (1841-1898) formou-se em direito no Recife em 1861. No início da carreira, mudou-se para o Rio Grande do Sul, onde trabalhou como promotor público e, depois, juiz de paz. No Estado, atuou em Caçapava, Santana do Livramento e Bagé.

A partir dos anos 1870, empreendeu carreira política como deputado na mesma província do sul do país. Segundo informações compiladas pelo Superior Tribunal Militar (STM), ele ocupou esse cargo eletivo em seis ocasiões, até o fim do império.

Em março de 1891 ele se tornou subprocurador da República no Distrito Federal. Foi quando se aproximou de Floriano Peixoto, que então era o vice-presidente da República.

Em agosto de 1894 ele foi nomeado ministro do STM. No mês seguinte, o presidente Peixoto o designou para o STF — mas a negativa do Senado veio antes de sua posse.

Segundo a historiadora Rodrigues, nessa época Navarro atuava como procurador-geral da Fazenda na então capital federal e, "para facilitar a aprovação de seu nome pelo Senado", pediu para ser aposentado.

 

Demosthenes da Silveira Lobo, o diretor-geral dos Correios

Ele era coronel e comandava, como diretor-geral, os Correios na época: Demosthenes da Silveira Lobo foi outra tentativa infrutífera de Floriano Peixoto de emplacar um aliado no STF. Segundo a imprensa da época, foi por pouco: faltaram dois votos para que seu nome fosse aprovado pelos senadores.

Os jornais ressaltavam, contudo, que lhe faltava a base de conhecimentos necessários para o cargo. Notas foram publicadas alfinetando o indicado pelo presidente, dizendo que ele era visto comprando livros de direito para se preparar para a função.

A professora Barbosa, da ESPM, ressalta que, assim como Barata Ribeiro, Lobo "também não tinha formação jurídica". "Esse elemento forçou fundamentos para a rejeição [por parte dos senadores], deste e dos demais nomes", salienta ela. "Além dos contextos [políticos] específicos que estavam postos."

"Notadamente, quando se vê as qualificações dessas indicações, o Senado fez bem em rejeitá-las. O notável saber jurídico seria um tanto difícil de aparecer ali", comenta à BBC News Brasil o jurista Rubens Beçak, professor na Universidade de São Paulo (USP).

"Mas é preciso lembrar que as rejeições foram feitas em um momento de confrontação política do Senado frente ao então presidente Floriano Peixoto, que peitava, de certa maneira, as instituições", ressalta Beçak.

O jurista concorda que oficialmente o Senado se fiou no argumento de falta de "saber jurídico" mas que "numa análise mais detida", o que provocou os vetos aos nomes foi "o elemento político".


Fonte: BBC

Quem é Jorge Messias, pernambucano indicado por Lula ao STF que foi rejeitado pelo Senado

Jorge Messias, advogado geral da União no governo Lula.
Foto: Evaristo Sá/AFP


O advogado-geral da União, Jorge Messias, se tornou o primeiro indicado por um presidente da República a uma vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) a ser rejeitado pelo Senado desde 1894.

O nome de Messias foi rejeitado por 42 senadores em votação no plenário, e recebeu o apoio de apenas 34 — eram necessários 41 votos a favor para o indicado de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser referendado.

Antes, Messias havia sido sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aprovado por 16 votos a 11. Ao responder as perguntas dos senadores, ele se declarou "totalmente contra o aborto" ao mesmo tempo em que defendeu sua legalidade nos casos já autorizados pela Constituição e pela jurisprudência do STF (em caso de risco à vida da mãe, em caso de estupro e em caso de anencefalia).

Também relatou sua origem evangélica e se descreveu como "servo de Deus", mas afirmou que o Estado é laico. Também afirmou que o STF não pode ser omisso nem praticar "ativismo".

Defendeu sua atuação como advogado-geral da União no processo contra os condenados pelo 8 de Janeiro e afirmou, sobre sua relação com Lula, que nunca teve vínculos pessoais diretos com o presidente.

Messias foi o terceiro indicado de Lula no atual mandato para o Supremo, que tem atualmente quatro ministros nomeados pelo petista.

Cristiano Zanin e Flávio Dino chegaram à Corte no atual governo; Cármen Lúcia foi indicada no primeiro; e Dias Toffoli no segundo. Outros dois — Luiz Fux e Edson Fachin — foram indicados pela sucessora de Lula, Dilma Rousseff (PT).

O decano do STF, Gilmar Mendes, foi indicação de Fernando Henrique Cardoso, e Alexandre de Moraes, de Michel Temer (MDB). Jair Bolsonaro indicou outros dois: Kássio Nunes Marques e André Mendonça.

Sua indicação foi feita em novembro para ocupar a cadeira deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou em outubro, mas só foi formalizada por Lula em abril, diante da insatisfação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que preferia que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) fosse apontado para a vaga na Corte.


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Quem é Messias?

Jorge Rodrigo Araújo Messias tem 45 anos e é natural de Pernambuco. Está no governo desde o início da terceira gestão Lula, em 2023.

 

Saiba os principais pontos da trajetória de Jorge Messias:

  • Tomou posse na AGU em 2023, no início do governo Lula. Antes mesmo da nova gestão começar, já integrava a equipe de transição;
  • Servidor público desde 2007, com atuação em diversos órgãos do Executivo, como o Banco Central (2006-2007) e o BNDES ();
  • É considerado um nome de confiança de Lula, com apoio de ministros do PT e da ala palaciana;
  • Mantém relação próxima e leal com o presidente, desde os tempos do governo Dilma Rousseff.
  • Como advogado-geral da União, defendeu as instituições democráticas, especialmente o Supremo Tribunal Federal (STF), diante das ameaças do governo dos Estados Unidos, chefiado por Donald Trump;
  • Também liderou ações judicias ligadas a pautas consideradas estratégicas para o governo Lula, como a defesa do decreto do IOF, derrubado no Congresso, e a regulamentação de redes sociais

 

Carreira

Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE), é mestre pela Universidade de Brasília (UnB). Ingressou na Advocacia-Geral da União como procurador da Fazenda Nacional, função voltada à cobrança de dívidas fiscais de contribuintes inadimplentes com a União.

Ao longo da carreira, ocupou diversos cargos estratégicos no Executivo: foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior no Ministério da Educação e consultor jurídico nos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Também atuou como procurador do Banco Central e do BNDES.


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Na transição e no governo Lula

Em 2022, integrou a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Foi anunciado para o comando da AGU em dezembro daquele ano e tomou posse em janeiro de 2023. A instituição tem papel central na assessoria jurídica da Presidência e na representação da União junto ao Supremo Tribunal Federal.

 

No governo Dilma

Durante o governo Dilma Rousseff, Messias ocupou o cargo de subchefe para Assuntos Jurídicos (SAJ).

Ficou conhecido nacionalmente após ter seu nome citado em uma conversa entre Dilma e Lula, interceptada pela Operação Lava Jato. Na gravação, seu nome foi ouvido como “Bessias”, por conta da qualidade do áudio.


Fontes: G1 e BBC

Ministério da Pesca abre processo seletivo: 264 vagas; R$ 6,3 mil

 


Foi lançado o novo processo seletivo MPA (Ministério da Pesca e da Aquicultura), coordenado pelo IDECAN, sob a orientação do edital nº 1/2024. Dessa vez, a iniciativa irá suprir 264 vagas para profissionais de nível superior na modalidade Contrato Temporário da União (CTU).

Os aprovados e convocados serão lotados tanto na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura, em Brasília-DF, quando nas 27 Superintendências Federais da Pesca e Aquicultura (SFPAs). Veja aqui todos os detalhes e decida participar ou não.

Quais são as vagas do processo seletivo MPA

O processo seletivo MPA possui vagas de nível superior para os seguintes perfis profissionais:

  • Profissional da área de Direito;
  • Profissional da área de Economia;
  • Profissional da área de Ciências Contábeis;
  • Profissional da área de Tecnologia da Informação;
  • Profissional da área de Jornalismo/Comunicação;
  • Profissional da área de Marketing;
  • Profissional da área de Design Gráfico;
  • Profissional da área de Engenharia de Pesca;
  • Profissional da área de Oceanografia/Oceanologia;
  • Profissional da área de Biologia;
  • Profissional da área de Engenharia de Aquicultura;
  • Profissional da área de Medicina Veterinária;
  • Profissional da área de Engenharia de Zootecnia;
  • Profissional da área de Estatística;
  • Profissional da área de Matemática;
  • Profissional da área de Administração;
  • Profissional da área de Gestão Pública;
  • Profissional da área de Recursos Humanos;
  • Profissional da área do Serviço Social;
  • Profissional da área de Sociologia;
  • Profissional da área de Engenheira Civil;
  • Profissional da área de Arquitetura;
  • Profissional de outras áreas de Nível Superior;
  • Profissional da área de Engenharia de Pesca e/Oceanografia/Oceanologia.

Processo seletivo MPA: remuneração e lotação

Quem for contratado receberá, por mês, o valor de R$ 6.300,00, para trabalhar em jornada de 40 horas semanas. A lotação será, além de Brasília, nas seguintes cidades:

  • Aracaju/SE;
  • Belém/PA;
  • Belo Horizonte/MG;
  • Brasília/DF;
  • Campo Grande/MS;
  • Cuiabá/MT;
  • Curitiba/PR;
  • Florianópolis/SC;
  • Fortaleza/CE;
  • Goiânia/GO;
  • João Pessoa/PB;
  • Macapá/AP;
  • Maceió/AL;
  • Manaus/AM;
  • Natal/RN;
  • Palmas/TO;
  • Porto Alegre/RS;
  • Recife/PE;
  • Rio Branco/AC;
  • Rio de Janeiro/RJ;
  • Salvador/BA;
  • São Luís/MA;
  • São Paulo/SP;
  • Teresina/PI;
  • Vitória/ES.

Inscreva-se no concurso MPA

Para se inscrever no concurso MPA, é importante ler todas as regras diretamente no edital de abertura. Ele está publicado, ainda na versão de extrato (resumo), no Diário Oficial da União de 21 de junho de 2024 (link direto), mas também será disponibilizado na página eletrônica do IDECAN.

O período de inscrição vai de 24 de junho a 25 de julho de 2024, ao custo de R$ 62,00, independente da área profissional escolhida.

Processo seletivo MPA: classificação dos inscritos

O processo seletivo MPA, cuja validade será de dois anos, passível de prorrogação, será constituído por duas etapas bem demarcadas:

  • Provas objetivas de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos; e
  • Prova de títulos, de caráter classificatório para cargos de Engenheiro de Pesca, Oceanografia/Oceanologia, Biologia, Engenheiro de Aquicultura, Medicina Veterinária e Zootecnia.

As provas escritas serão aplicadas provavelmente no dia 11 de agosto de 2024, no horário de 14h às 18h. Confira as matérias constantes dessa prova:

  • Língua Portuguesa;
  • Raciocínio Lógico; I
  • Informática;
  • Ética e Noções de Administração Pública;
  • Conhecimentos Específicos.

Fique atento às datas e demais detalhes do edital completo, assim que ele for disponibilizado, para se preparar adequadamente e garantir sua participação efetiva neste processo seletivo MPA.

Mais informações

Se, após consultar todo o edital nos links indicados, você ainda sentir dificuldade em algum tópico, consulte o IDECAN, pelo e-mail: selecaompa@idecan.org.br.

 

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 Fonte: Concursos no Brasil

Para que serve a nota do Enem? Saiba como usar o resultado do exame

O Enem também serve de diagnóstico da qualidade da educação básica no Brasil – Foto: Divulgação

 

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) é considerado a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil. Mas você já sabe como aplicar a nota do Enem 2024?

Os candidatos podem usar a nota do Enem para concorrer a vagas em universidades públicas de todo o país pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada). As instituições reservam vagas para o exame, além do vestibular próprio.

O resultado também serve para garantir o acesso a universidades privadas. O Prouni (Programa Universidade para Todos) oferece bolsas de estudo integrais ou parciais aos estudantes.

Para concorrer à bolsa integral do Prouni, o aluno deve ter renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa, enquanto a bolsa parcial exige renda de até três salários mínimos por pessoa.

O Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) é outra opção de ingresso no ensino superior particular. O programa usa a nota do Enem para selecionar os beneficiados e a porcentagem de financiamento varia de acordo com a renda familiar.

Os participantes do programa Pé-de-Meia que comprovarem a participação no Enem podem ganhar um depósito de R$ 200, a ser sacado após a conclusão do ensino médio.

Lançado este ano pelo MEC (Ministério da Educação), o Pé-de-Meia aposta no incentivo financeiro para estimular a permanência e a conclusão dos estudos nas escolas públicas.

As provas do Enem 2024 serão aplicadas nos domingos de 3 e 10 de novembro em todo o Brasil. O exame realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) avalia desde 1998 o desempenho dos alunos ao fim da educação básica.

O MEC ainda anunciou que os beneficiários do programa Pé-de-Meia e os moradores do Rio Grande do Sul serão isentos da taxa de inscrição do Enem 2024.

 

Alunos podem usar a nota do Enem para estudar em Portugal

Além das universidades brasileiras, os jovens também podem estudar no exterior com a nota do Enem. Os convênios firmados entre o Inep e instituições de Portugal permitem o acesso a cursos de graduação com base no resultado do exame.

Os acordos, porém, não preveem o financiamento dos estudantes pelo governo brasileiro. Os alunos formados em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira para revalidar os diplomas e exercer a profissão no Brasil.

 

O Inep tem acordo com 35 universidades portuguesas – Foto: Wirestock/Freepik

Confira as universidades de Portugal que aceitam a nota do Enem:

  1. Instituto Universitário de Lisboa – ISCTE
  2. Escola Superior de Saúde Norte da Cruz Vermelha Portuguesa – ESSNorteCVP
  3. Universidade Autónoma de Lisboa – UAL
  4. Instituto Politécnico da Lusofonia – Ipluso
  5. Instituto de Estudos Superiores de FAFE – IESFafe
  6. Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia – Isla
  7. Instituto Superior de Gestão e Administração de Santarém
  8. Instituto Superior de Gestão – ISG
  9. Instituto Superior D. Dinis Isdom
  10. Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes – Ismat
  11. Instituto Português de Administração de Marketing – Ipam
  12. Instituto Politécnico de Viana do Castelo – IPVC
  13. Instituto Português de Administração e Marketing – Porto – Ipam
  14. Universidade Nova de Lisboa
  15. Instituto Politécnico de Beja – IPBeja
  16. Instituto Politécnico de Leiria
  17. Instituto Politécnico do Porto – IPP
  18. Instituto Politécnico de Coimbra – IPC
  19. Universidade da Beira Interior – UBI
  20. Universidade do Minho – Uminho
  21. Instituto Politécnico de Santarém
  22. Instituto Politécnico de Castelo Branco
  23. Instituto Politécnico de Bragança
  24. Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – ULHT
  25. Instituto Politécnico de Portalegre
  26. Instituto Politécnico de Viseu
  27. Universidade Católica Portuguesa – UCP
  28. Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida – ISPA
  29. Escola Superior Artística do Porto – ESAP
  30. Universidade de Aveiro – UAVEIRO
  31. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra – ESENFC
  32. Universidade da Maia – UMAIA
  33. Instituto Politécnico da Maia – IPMAIA
  34. Escola Superior de Saúde do Alcoitão
  35. Universidade Europeia

 

Relembre o cronograma do Enem 2024

 Inscrições: até 14/6

  • Pagamento da taxa de inscrição: até 19/6
  • Inscrições para candidatos do Rio Grande do Sul: até 21/6
  • Resultado da solicitação de atendimento especializado: 24/6
  • Aplicação das provas: 3 e 10/11
  • Divulgação do gabarito: 20/11
  • Divulgação do resultado: 13/1/2025

 

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